<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080</id><updated>2011-12-20T23:19:22.052Z</updated><title type='text'>Memorias de um perverso</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-3337308828170318677</id><published>2009-07-20T23:00:00.002+01:00</published><updated>2009-07-20T23:13:47.573+01:00</updated><title type='text'>Uma das estúpidas lá do trabalho I I</title><content type='html'>A partir daí começou a andar mais calminha. Não é que eu goste de abusar da minha posição mas esta gaja já andava a pedi-las. Foi quase como se ela tivesse pedido que eu lhe desse uma lição, quando apareceu no trabalho com o portátil “avariado”. Ligando-o, percebi perfeitamente que era treta dela, mas fiz-lhe a vontade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fazemos assim, se quiseres”, disse-lhe eu, enquanto puxava o decote dela para mim, com os dedos. “Vamos para tua casa, porque não convém fazer isto aqui. Eu arranjo-te o portátil, e tu depois pagas como quiseres…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela concordou. Também não tinha como não concordar, visto que eu já dizia isto com a mão no rabo dela. Azar o dela que esta conversa foi logo de manhã, pois deu-me tempo de pensar em todo o género de merdas porcas que a poderia obrigar a fazer. Sempre que se cruzava comigo nos corredores sorria-me, sem sequer se aperceber como é que já a estava a imaginar. Ficava com a sensação de que a Lúcia não sabia realmente no que se estava a meter e que julgava que, apanhando-me na cama, me conseguiria controlar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do dia, já quando estávamos em casa dela, tenho a certeza que ela se interrogava porque é que eu ainda não tinha tentado nada. Perdi o meu tempo, para garantir que ficava até tarde em casa dela. Queria ficar sozinho com ela, sem possibilidade de ninguém a socorrer. Para forçar a coisa, ela anunciou que ia tomar um duche. Já que ela estava com tanta vontade, aproveitei esta oportunidade mesmo. Dei-lhe apenas um minuto de avanço, antes de irromper pelo quarto dela e a apanhar semi-nua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começámos aos beijos, meio profundos. Beijava bem ela. Mas a mim pouco me satisfazia, o que eu queria era meter-me dentro dela. E assim o fiz, baixando as calças e virando-a de costas para mim, penetrei&lt;a href="http://file8.pornhost.com/3137499321/035.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;a. Ela já estava meio molhada, mas não o suficiente e senti que lhe custou um pouco. Mas isso estava-me a dar prazer, os gritinhos dela de angústia enquanto eu lhe abria a cona. Uma e outra vez, cada vez mais rápido. Ainda por cima não tinha tido tempo para qualquer protecção, a cabra estava a sentir tudo. E eu também, a foder aquela cona, como se fosse uma forma de a castigar que ao mesmo tempo me dava prazer. Ela mal conseguia tirar o resto da roupa, só pedia “mais devagar, mais devagar”…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ah mais devagar?”, perguntei eu. Virei-a de frente para mim e com ela deitada de costas abri-lhe as pernas o mais que pude, antes de me voltar a enfiar naquela coninha apertada. Fiz questão que ela soubesse, enquanto lhe batia com o pau nas bordas&lt;a href="http://file8.pornhost.com/3137499321/014.jpg" target="_blank"&gt;…&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“És muito apertada sabes? Mas hoje vais sair daqui outra mulher…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não percebi se a expressão dela foi de horror, de prazer, ou um misto dos dois. Quando o voltei a enfiar, ela fechou os olhos. Ela só se conseguia agarrar a mim, empurrando-me os ombros, na esperança que eu não o metesse até ao fundo, como estava a fazer. E eu só aproveitava para me deliciar com aquelas t&lt;a href="http://file8.pornhost.com/3137499321/016.jpg" target="_blank"&gt;e&lt;/a&gt;tas, não muito grandes, mas bem feitas, o tamanho certo para morder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pára, estás-me a aleijar!" expirou ela. Eu acedi, com a condição que ela me chupasse. Obriguei-a a ajoelhar-se no chão. E já com lágrimas nos olhos, ela ajoelhou-se à minha frente e começou timidamente a lamber&lt;a href="http://www.pornhost.com/3137499321/005.html" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;me. Ainda com a tesão toda da foda, empurrei a cabeça dela para baixo. Ela soltou um gemido abafado, mas não se negou e começou a chupar mais vigorosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estás a ver quem é que manda? Já percebes o teu lugar? É a chupar o caralho a gajos como eu", disse eu. E continuei: "Putas como tu não aprendem, tem que se mostrar quem é que manda..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agarrando-a pelos cabelos, mantive-a no chão e puxei o rabo dela para mim. Sentindo o que ia acontecer ela ainda ofereceu alguma resistência, mas eu segurei-a bem. Nunca tinha ouvido ninguém gritar como ela gritou quando eu lhe enfiei o meu caralho no rabo. Ela até tremeu e começou imediatamente a chorar, mas eu não desisti de a comer. E levei alguns minutos até ficar satisfeito com o rabo dela, aproveitando para me deitar por cima dela, de modo a deixar o rabo dela ainda mais apertado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Então Lúcia, não é tão bom assim?", perguntava-lhe eu em tom de gozo. "Esse cu tão apertado estava mesmo a precisar de um caralho destes não era?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando senti que me estava praticamente a vir, retirei-me do cu e esporrei-me na cara dela. A meita soube&lt;a href="http://file8.pornhost.com/3137499321/001.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;lhe a alívio, tanto que nem sequer pareceu importar-se quando começou a escorrer da cara e a cair nas mamas. Enquanto me limpava e vestia, ela aparentava estar um pouco perdida, tanto que nem sequer tinha ainda saído do chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse-lhe apenas, antes de sair:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;a href="http://www.hi5.com/friend/p77315395--Lucia_Bettencourt--html" target="_blank"&gt;Olha, ainda não sei o que tem o teu portátil&lt;/a&gt;".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-3337308828170318677?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/3337308828170318677/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=3337308828170318677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/3337308828170318677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/3337308828170318677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2009/07/uma-das-estupidas-la-do-trabalho-i-i.html' title='Uma das estúpidas lá do trabalho I I'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-14523676221507564</id><published>2009-01-06T18:48:00.002Z</published><updated>2009-01-06T19:10:33.077Z</updated><title type='text'>Uma das estúpidas lá do trabalho I</title><content type='html'>Quem me conhece sabe que tenho tendência para escolher mal as companhias. Mal escolhidas em termos de cabeça, mas raramente faço perguntas quando as conheço. Prefiro avaliar-lhes o tamanho do peito. Foi o que aconteceu quando comecei a trabalhar com a Lúcia. Vinda dos Açores, esta gaja nunca me pareceu ter os parafusos todos. Ou falava sozinha, ou ria desalmadamente sem razão, ou então ficava chateada por tudo e por nada. Não consigo descrever, mas sempre me fez confusão como é que esta gaja conseguia dar aulas. Sim, ali a falar para o ar, estava uma professora da primária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esquecermos a maneira como ela se comportava, até nem era má de todo. Boas mamas, cu jeitoso. "Passava bem umas horas a montar esta gaja" - pensava eu. Alguém me deve ter ouvido, a Lúcia entrou para o meu emprego a trabalhar abaixo de mim, algo que eu via perfeitamente que não lhe agradava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante algum tempo ignorei. Depois chegou-me aos ouvidos que a Lúcia tinha ido dizer à administração que uma das colegas dela (também esta abaixo de mim) andava metida nas drogas. Pena foi que só me chegou aos ouvidos depois da rapariga ter sido despedida. A Lúcia revelava-se então uma verdadeira víbora, esperta quando lhe convinha, burra para tudo o resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela começou a cometer erros, resolvi eu próprio falar com a administração da empresa. Não tinha paciência nem vontade de falar com ela e nem a visão do decote generoso que ela ostentava habitualmente me tirava essa vontade. Recusava-me, pura e simplesmente. Foi quando a gaja se começou a aperceber de quem é que mandava ali que a atitude dela mudou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-14523676221507564?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/14523676221507564/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=14523676221507564' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/14523676221507564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/14523676221507564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2009/01/uma-das-estpidas-l-do-trabalho-i.html' title='Uma das estúpidas lá do trabalho I'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-115394457124024466</id><published>2006-07-26T21:08:00.000+01:00</published><updated>2006-07-26T21:09:31.250+01:00</updated><title type='text'>A Colega de Universidade II</title><content type='html'>E que tetas, grandes, sumarentas. Deliciei-me com elas, tentando provar que não eram demasiado grandes para as minhas mãos e boca. Nesta altura o meu pau estava duro como tudo e era demasiado óbvio para ela não sentir. Ajeitei-lhe o corpo de maneira a preparar a penetração, mas reparei em duas coisas. Primeiro...ela estava vestida...e ainda estávamos acompanhados. A colega de grupo dela olhava chocada para nós os dois. Troquei alguns olhares com ela antes da Andreia voltar a atenção para mim, tirando o vestido que tinha. Depois de me abrir as calças começou a chupar-me o caralho como se ela estivesse num deserto e aquela fosse a única fonte de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Chupa minha puta..." dizia eu, enquanto ela sorria para mim e me dava dentadas na cabeça da picha. Vaca de merda. Gajas assim são do pior. Não só sabe como chupar-me a picha bem, como sabe que o sabe fazer e que isso me deixa doido. Foi no meio de mais uma dentada que me esporrei na cara dela. Mesmo apesar dela se ter desviado, ainda apanhou com um pouco nas mamas. Ao contrário do que ela estava à espera, não perdi a tusa. Tirei o resto da roupa, deitei-a no sofá, abri-lhe as pernas e espetei-o até ao fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A puta gritou de dor, mas não me pediu que parasse. Aliás, até me agarrava o rabo, empurrando-me para dentro dela. Já devia querer isto à muito tempo, a vaca. E eu não lhe neguei nem um centímetro. Ela era de pequena estatura e deu-me a ideia de que a estaria a magoar, quando enfiava com mais força. Em vez de abrandar, agarrei-lhe os tornozelos e abri-lhe as pernas de maneira a que ela não pudesse evitar a penetração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os gritos dela já corriam o risco de os vizinhos chamarem a policia, puxei-a para mim e apertei as mamas dela à volta do meu pau. Este sim, era o grande prémio. É nestas alturas que eu tento perceber o que vai na cabeça das gajas, mas desta pouco importava o que ela pensava ou deixava de pensar. Já nem sabia há quanto tempo a queria comer desta maneira. Foi nessa altura que me esporrei, cobrindo-lhe a cara quase por completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda estava com ele duro, capaz de fazer uma 2ª parte e um prolongamento, mas optei por ficar por ali. Deixá-la com fome. Infelizmente, nunca voltou a acontecer, porque depois disso, a gaja decidiu que era altura de assentar e começou a namorar com um otário careca, que até hoje me parece que ainda acredita que lhe tirou a virgindade...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-115394457124024466?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/115394457124024466/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=115394457124024466' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/115394457124024466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/115394457124024466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2006/07/colega-de-universidade-ii.html' title='A Colega de Universidade II'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-115316670367269404</id><published>2006-07-17T21:03:00.000+01:00</published><updated>2006-07-17T21:05:03.686+01:00</updated><title type='text'>A Colega de Universidade</title><content type='html'>Tinham passado meses desde a última vez. Talvez fosse por isso que me sentia tão estranho. Não sei por onde começar, mas acabei de me vir na cara desta gaja, da qual nem me lembro do nome. Como faço sempre, começo a comparar esta com a última. E a última com a que foi antes dessa...merda...já nem me lembro das caras delas, muito menos dos nomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hi5.com/friend/profile/displayProfile.do?userid=12149099" target="_blank"&gt;Esta&lt;/a&gt;, que estive agora a foder, é uma que já me tinha passado pelas mãos, nos meus tempos de universidade. Já na altura era feia e não ficou mais bonita agora, mas continua com um par de tetas monumental. E sempre foi isso que me atraiu nela. O facto de ser fácil levá-la para a cama também me entusiasma, porque há aqueles dias em que não me apetece investir muito para uma rapidinha. E rapidinhas era o que a Andreia mais fazia...era essa a fama dela. E quando eu arranjei maneira de a conhecer, tive que ir descobrir se isso era mesmo verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma altura complicada, ela andava com um gajo, mas enganava esse gajo com outro gajo e lá pelo meio aparecia eu, fingindo-me de ombro amigo, só para lhe poder meter as mãos nas mamas. Resultava montes de vezes. Enquanto a nossa suposta relação de amizade crescia, eu ia ficando mais dentro do mundo dela. Foi num dia em que eu a estava a ajudar a fazer um projecto (a cena da informática a compensar novamente) que ela me convidou para ir para casa dela. Ela vivia só com a mãe, que trabalhava o dia inteiro, felizmente. Eu aceitei de imediato, mas não reparei que ela também tinha convidado a colega de grupo dela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em casa dela, eu despachava-me a acabar o trabalho antes que a mãe dela chegasse, enquanto elas falavam de merdas que eram tão desligadas da realidade que nem as consigo repetir aqui. É a conversa típica da rapariga que nunca cresceu e que apesar de tudo, continua a ser uma pita. A Andreia sugeriu uma pausa, irmos ver televisão e comer qualquer coisa. Já na sala dela, levou pouco tempo até que a conversa descambasse para onde descamba sempre, que até me dava jeito. Quanto mais depressa se começasse a falar de sexo, mais depressa eu o tirava para fora, e aí não havia mesmo nada a fazer. Começámos a falar das últimas aventuras da Andreia, ela tentava convencer-me que apesar de andar metida com outro gajo, além do namorado, ainda não tinha ido para cama com ele. Num tom muito crú, a minha observação era demasiado óbvia para a guardar só para mim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "Então, mas se não vais para a cama com ele, para que é que o queres?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expliquei a minha questão. Afinal de contas do que é que valia arriscar um namoro de anos sem nada em troca? Era pelo menos o que eu pensava...se fosse enganar alguém, ao menos que fosse a valer. Ao menos...tinha que contar para alguma coisa. Fingi que me arrependi quando a conversa mudou de alvo...para mim. As perguntas sucediam-se, quantas vezes tinha feito, que posições preferia...irritado respondi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "Bem, mas se queres saber mesmo tudo, podemos ir ali para o teu quarto!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela riu-se e sentou-se ao meu colo dizendo que eu não era capaz de fazer nada naquele ambiente. Levou apenas uns segundos até que ela sentisse a minha tesão atingi-la, e mudar subitamente de ideias. Perdi o controlo muito rapidamente, comecei a beijar-lhe o peito. O vestido decotado que ela trazia também não ajudava nada e era perfeito para eu lhe poder apalpar as mamas à vontade...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-115316670367269404?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/115316670367269404/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=115316670367269404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/115316670367269404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/115316670367269404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2006/07/colega-de-universidade.html' title='A Colega de Universidade'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113812458219394411</id><published>2006-01-24T17:39:00.000Z</published><updated>2006-01-24T17:43:02.206Z</updated><title type='text'>A Cabra II</title><content type='html'>Era a Tânia. Estava igualzinha ao que me lembrava, exactamente com o mesmo cabelo, a mesma roupa ordinária e a mesma maquilhagem exagerada. Com ela vinha um gajo qualquer, que parecia estar meio bêbado.  A gaja que me estava a chupar tinha entretanto fugido saído. Enquanto eu me vestia a Tânia parecia admirada por me ver naquela posição. Aproximei-me dela e perguntei-lhe se estava tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está....está tudo bem! Não estava à espera de te encontrar aqui...já passou tanto tempo...”. Eu concordei e perguntei-lhe se ela queria ir para outro sítio, fora dali, só para falarmos um pouco. Num café ali perto, parecia que o tempo tinha voltado para trás. Ali estávamos nós, a falar sobre o que se tinha passado depois dela se ir embora. Ainda bem que ela continuava tão boa, a maior parte das minhas antigas colegas tinham engravidado ou engordado mas ela não, continuava com o mesmo corpinho atlético. Se pudesse, comia-a ali mesmo, à frente de toda a gente. Era tarde e eu ofereci-me para a levar a casa. Assim que entrámos no meu carro ficou tudo muito silencioso, eu não sabia o que dizer e penso que ela também não. Quando chegámos a casa dela, ela despediu-se de mim, dizendo que tinha sido óptimo ver-me. Trocámos números de telefone e quando ela meu deu um abraço para se despedir eu decidi que não podia perder esta oportunidade. Comecei a beijá-la mas ela afastou-se, perguntando o que eu estava a fazer. Eu, sem grandes ideias, disse a única coisa de que me lembrei na altura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quero mesmo foder-te...só foder. De manhã nem vou cá estar nem nunca mais vais ouvir falar de mim, mas preciso mesmo de te foder”. Para meu espanto, ela concordou. Convidou-me novamente a subir. A festa começou logo no elevador. A camisa dela era transparente, mas eu queria despi-la toda. Enquanto ela me beijava o pescoço eu levanta-lhe a saia. Não fiquei surpreendido por descobri r que ela não estava a usar mais nada. Comecei a acariciá-la com as mãos, a ponto dela começar a ficar molhada. Enquanto ela abria a porta de casa dela, lambia o sumo dela da minha mão. Doce...como eu esperava que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente passámos para o quarto. Ela tirou a pouca roupa que lhe restava e deitou&lt;a href="http://img27.imageshack.us/my.php?image=5936089227ui.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;se na cama, à minha espera. Eu posicionei-me por trás dela, lambendo-lhe a cona. Pensava que ela não conseguia ficar ainda mais molhada, mas estava enganado. Ela estava genuinamente excitada. A cona dela era doce e eu não me fartava de a comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Do que é que estás à espera? Fode-me!”, disse ela. Não hesitei em cravá-lo. A cona dela era tão quente por dentro, que só me dava vontade de ficar dentro dela o resto da noite. Nesta altura ela deve-me ter lido o pensamento, pois entrelaçou as pernas à minha volta, repetindo novamente o pedido para que a fodesse. Agarrei-me às pernas delas e comecei a puxá-la para mim, fodendo-a violentamente. Tinha sonhado com este momento, mas não se comparava à coisa a sério. O meu tamanho parecia não a incomodar, pois ela só pedia com mais força. Ia ser difícil fazer isto durar mais que uma hora, mas também não era importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empurrei-lhe as pernas para o lado, abrindo-lhe a cona o mais que consegui. Ela gemeu de dor, mas a visão da rata dela, aberta daquela maneira para mim era linda. Voltei a enfiá-lo, com tanta força que foi uma sorte não lhe sair pela boca. Depois de mais 10 ou 12 minutos naquela posição ela pediu-me para esperar. Tirou um vibrador da gaveta e enquanto &lt;a href="http://img27.imageshack.us/my.php?image=7023726435uw.jpg" target="_blank"&gt;o&lt;/a&gt; enfiava no rabo perguntou-me:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não te importas pois não?”.  Eu respondi que não, virando-a de lado e recomeçando o meu trabalho. Com ela deitada de lado à minha frente, dava para lhe apreciar todo o corpo. Esta miúda era mesmo insaciável. A única pessoa que eu conhecia que era tão tarada como ela...era eu. Tentei batê-la no próprio jogo dela. Levantei-a da cama e encostei&lt;a href="http://img27.imageshack.us/my.php?image=1751904850ef.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;a a uma estante com cd's e livros que ela tinha no quarto. Ela ainda estava meio desiquilibrada quando o meti novamente, tentando não lhe dar tempo para respirar. Ela tentava beijar-me e eu ia respondendo de vez em quando, abraçando-a, de maneira a tentar tornar tudo mais sentimental. Mas a verdade é que já estava a planear a maneira de me vir. Perguntei-lhe se ela queria na boca, ao que ela respondeu com um sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentei-me na cama e deixei que ela tomasse conta do meu caralho, chupando&lt;a href="http://img27.imageshack.us/my.php?image=6016997956vr.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;o todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cabra de merda!”, exclamei eu, quando ela me mordeu. “Cabra...mas tu gostas...”, respondeu ela.Não fui capaz de a desmentir. Ela era profissional neste assunto e aguentei somente alguns minutos antes de lhe cobrir a cara com esporra quente. Que foda. Tão curta mas tão intensa. Ela limpou a cara e deitou-se a meu lado na cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não precisas de te ir embora, se quiseres.”. Nesse momento percebi porque é ela tinha aceite o meu convite para isto tudo. Eu tinha sido sincero. Tinha-lhe dito que era só para fodermos e suponho que isso raramente lhe tivesse acontecido. Quando percebi isso, fiz a única coisa que podia fazer...ofereci-lhe um emprego como minha assistente pessoal. E a minha assistente faz tudo o que é preciso para que eu fique feliz...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113812458219394411?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113812458219394411/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113812458219394411' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113812458219394411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113812458219394411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2006/01/cabra-ii.html' title='A Cabra II'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113794367828795800</id><published>2006-01-22T15:20:00.000Z</published><updated>2006-01-22T15:27:58.300Z</updated><title type='text'>A Cabra I</title><content type='html'>A escola sempre foi difícil para mim. Sou por natureza uma pessoa reservada e até tímida (sim, a sério). Em termos de mulheres então, a escola sempre foi um sítio que nunca me agradou. Por experiências passadas e porque achava as raparigas demasiado novas. Não de idade, mas de mentalidade. É verdade que a maior parte das mulheres gosta de se achar mais madura do que realmente é, mas naquela altura do secundário é especialmente grave. Desde maquilhagem a mais, a roupas mais atrevidas, vale de tudo para passar por uns anos mais velha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depressa me afastei de meninas assim e procurei exemplos mais velhos. Nos meus primeiros anos do secundário, tinha um grupinho mais fechado, composto quase exclusivamente por mulheres. Pode-se dizer que eramos um conjunto de “renegados”, posto de parte pelos betinhos, pelos dreads e por outros miúdos, que na tentativa de parecerem originais e de se destacarem, colam um rótulo gigante na testa e perdem a identidade no meio de outros 20 jovens iguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se dissesse que éramos as pessoas mais atraentes da escola, estava a mentir. Não é que não nos importássemos mas também é verdade que optávamos por estar à parte. Uns porque achavam que assim teriamos menos chatices e outros porque talvez assim fossem vistos como rebeldes. Nesse grupo de amigos e amigas estava a Tânia, que era uma espécie de líder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a mais velha. E era muito atraente. Loira, com um corpo muito atlético, vestia-se de uma maneira algo ordinária, camisas meio transparentes, mini-saias e adereços a condizer. Era olhada por grande parte da escola como uma cabra, que fodia com todos. Há uma diferença entre cabra e puta, porque uma puta fode realmente com todos, mas no caso de uma cabra, todos querem foder com ela, mas ela escolhe a dedo com quem vai ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a Tânia era assim. Na altura, tal como disse, as mulheres daquela idade não me interessavam muito, mas a Tânia era diferente. Eu estava mais próximo dela do que a maior parte dos outros e ela olhava para mim como um miúdo. Contava-me histórias loucas das noites dela, de fazer sexo com casais, de estar a fazer broches nas discotecas com gente a ver. A certa altura já passávamos os rodeios e começávamos logo a falar da vida dela. Numa dessas alturas, a conversa sobre a primeira vez veio ao de cima. Inventei uma treta qualquer, não muito chocante, o suficiente para parecer verdadeiro e entusiasmente ao mesmo tempo. A história dela foi mais interessante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Foi com o meu irmão. Já tinhamos experimentado beijos e coisas assim, mas num dia que não houve aulas, ficámos os dois em casa. Tinhamos combinado na noite anterior, começar logo de manhã. Assim que acordei ele estava no meu quarto. Tirámos a roupa e ele deitou-se por cima de mim. Não foi nada de especial para mim da primeira vez, mas mais tarde, experimentei a ficar por cima e gostei mais. Foi também nesse dia que fiquei a gostar de chupar...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podia dizer que fiquei impressionado, mas não era verdade. Era exactamente o tipo de história que esperava ouvir da parte dela. Mas não foi por isso que deixei de a respeitar. Aliás, foi a partir dessa altura que meti na cabeça que tinha que a foder. Sou completamente tarado por raparigas problemáticas e se havia coisa que a Tânia tinha era bagagem emocional. Isso e um corpo quase quase perfeito (as mamas não eram lá grande coisa)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estava destinado a acontecer. Foi sem aviso que a Tânia desapareceu. Perto do final do secundário, ela simplesmente deixou de aparecer na escola. Contaram-me mais tarde que ela tinha ido para o norte, com um dentista que supostamente deixou a mulher. Não chorei por ela, sinceramente nem pensei muito nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado uns anos, estava eu numa festa de um amigo. Para variar tentava arranjar companhia para a noite ou pelo menos por umas horas. Era uma festa casual, portanto havia bastantes feiosas, solteiras, daquelas que só saem à noite para se divertir. Uma destas feiosas estava a divertir&lt;a href="http://img24.imageshack.us/my.php?image=2520461938mz.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;se a lamber-me o pau. Enquanto isso, eu estava noutro sítio qualquer, a decidir se havia de me vir aqui e já, ou se havia de a levar para casa e fodê-la. Já tinha experiência suficiente para poder escolher companhias mais agradáveis, mas não me apetecia esforçar-me muito. Enquanto a feiosa dizia que me amava, um casal entrou no quarto onde estávamos. Não ficaram chocados...pelo menos não ficaram tão chocados como eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113794367828795800?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113794367828795800/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113794367828795800' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113794367828795800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113794367828795800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2006/01/cabra-i.html' title='A Cabra I'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113744989259631734</id><published>2006-01-16T22:14:00.000Z</published><updated>2006-01-16T22:18:12.606Z</updated><title type='text'>A Solteirona V</title><content type='html'>Enquanto a nossa carteira de clientes crescia, também a relação entre mim e a Simone aumentava de intensidade. Embora a Paula não nos quisesse metidos um com o outro, a menos que ela estivesse no meio, era normal, quando a Paula estava fora por uma ou outra razão a Simone dormir no meu quarto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que raramente dormíamos quando estávamos juntos. Basicamente, divertíamo-nos a tentar fazer com que o outro se viesse primeiro. Eu ganhava quase sempre, mas ela não se importava de perder. Aquelas noites eram um refúgio, fora de todas as quarentonas com rugas e velhos porcos que a Paula nos fazia foder. Ir para a cama com a Simone era uma lufada de ar fresco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paula não gostava da relação que eu mantinha com a Simone. Não sei se era ciúmes, ou se era uma decisão de negócios, mas ela dizia-me várias vezes que o que eu estava a fazer ainda ia dar problemas. De uma maneira despreocupada eu dizia-lhe para ela se acalmar, confiante de que a relação com a Simone nunca iria dar grandes problemas. Não foi preciso muito tempo até que a própria Simone me provasse o contrário. Desde cenas de ciúmes com clientes, a recusar-se simplesmente a foder os clientes dela. Tudo servia para a Simone armar uma birra. Enquanto eu tentava resolver estas situações da melhor maneira, a Paula olhava para mim e dizia “Eu avisei”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sabia que ela tinha avisado e sabia o que tinha que ser feito. Enquanto a Simone chorava baba e ranho eu dizia-lhe que não podiamos estar juntos, que era mau para nós e para a Paula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só pensas nessa puta!”, exclamou ela. Outra cena de ciúmes. Rapidamente passei à defensiva e disse que se soubesse que ela era tão miúda, nunca me tinha metido com ela. Com um ar chocado, a Simone foi para o quarto dela fazer as malas. A Paula, que tinha estado a ouvir tudo, aproximou-se de mim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu sei que foi difícil, mas isto tinha que ser assim. Resulta melhor se formos só nós os dois...”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um tiro interrompeu as palavras da Paula. Ela caiu no chão e havia sangue por todo o lado. Tive apenas alguns segundos para me virar e ver a Simone apontar a arma à cabeça dela enquanto dizia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora ficas sozinho...”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113744989259631734?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113744989259631734/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113744989259631734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113744989259631734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113744989259631734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2006/01/solteirona-v.html' title='A Solteirona V'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113681902177027421</id><published>2006-01-09T14:57:00.000Z</published><updated>2006-01-09T15:05:55.326Z</updated><title type='text'>A Solteirona IV</title><content type='html'>Passaram alguns meses, a minha conta bancária parecia feliz e a minha pila ainda mais satisfeita. As clientes que a Paula arranjava eram sempre experientes e atraentes. Algumas eram casadas, algumas tinham namorados, algumas eram velhas, algumas eram pitas mimadas, mas todas queriam foder. E desde que quisessem...eu tinha para dar e vender. O negócio corria bem e em pouco tempo igualava os lucros da Paula. Ela parecia contente com isso, tão contente que começou a descurar os negócios "diurnos". Num final de tarde ela anunciou que eu me preparasse, pois tinha uma surpresa para mim. &lt;br /&gt;Já nessa noite, quando cheguei a casa, ela pediu que eu a acompanhasse até ao quarto para me mostrar o que tinha preparado. E lá estava ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esta é a Simone, o nosso brinquedo novo..", disse a Paula. No quarto, estava uma rapariga loira, linda. Tinha apenas a roupa interior vestida e uma venda nos olhos. Ao contrário do que seria de esperar, não parecia nervosa com aquilo. Estava um pouco ansiosa mas acho que seria normal para aquela situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que achas?", perguntou a Paula. Examinei a Simone cuidadosamente, percorrendo o corpo dela com os olhos primeiro e em seguida com as mãos. Que coisa boa...não devia ter mais que 18, 19 anos, tinha um corpinho perfeito, um par de mamas incrível. Tive que as apalpar...verdadeiras, ainda por cima. Olhei para a Paula para que ela me desse autorização de desembrulhar o meu presente. Ela aceitou e mandou a Simone ajoelhar-se aos meus pés. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas eu quero ver", disse a Paula. Quero lá saber, eu quero é provar a Simone. Antes de eu dar por isso, a Simone já &lt;a href="http://img286.imageshack.us/my.php?image=1397270817ni.jpg" target="_blank"&gt;me&lt;/a&gt; chupava, depois de me ter aberto as calças. Queria tirar-lhe a venda dos olhos mas a Paula pediu que eu não o fizesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos que a treinar...", disse a Paula, com ar de gozo. Fiquei desiludido pois normalmente gosto de olhar as mulheres nos olhos, quando me estão a comer. Tentaria de novo, mais à frente. Entretanto a Simone ia-se divertindo, tentando meter o meu caralho todo na boca, chupando-me de alto a baixo. Não tinha a experiência da Paula, mas lambia com gosto...é a intenção que conta. Entre chupadelas e gemidos ia murmurando coisas como "tão grande...". Mesmo para mim, com a minha experiência, era uma alegria ouvir elogios daqueles. Ajeitava o meu pau de maneira a meter o máximo possível na boca del&lt;a href="http://img286.imageshack.us/my.php?image=8756920422mt.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt;. A Paula aproximou-se por trás dela e começou a estimulá-la. Segredou-lhe ao ouvido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Queres que ele se venha? Queres, minha linda? Queres sentir o sabor dele?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sim...sim...quero!", disse a Simone, esperando de boca aberta. Acedi ao pedido dela, cobrindo a língua dela com o meu leit&lt;a href="http://img206.imageshack.us/my.php?image=323321447nn.jpg" target="_blank"&gt;e&lt;/a&gt;. A Paula pediu que ela esperasse e não engolisse, não sem antes ela a beijar. Vê-las a lambuzarem-se com a minha esporra impediu que eu perdesse a tesão...agora que penso nisso acho que até contribuiu para o oposto. Quanto terminaram o beijo delas, a Paula retirou a venda da Simone, que ficou a olhar para mim. Quando eu preparava para me desculpar ela levantou-se e abraçou-se a mim dizendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sou tua...".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113681902177027421?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113681902177027421/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113681902177027421' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113681902177027421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113681902177027421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2006/01/solteirona-iv.html' title='A Solteirona IV'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113571587067762753</id><published>2005-12-27T20:36:00.000Z</published><updated>2005-12-27T20:37:50.696Z</updated><title type='text'>A Solteirona III</title><content type='html'>Foi de uma maneira natural que passamos a dormir juntos. Mas raramente dormiamos, no pouco tempo que tinhamos juntos aproveitávamos para foder que nem uns perdidos. Cada vez era mais intenso. Mas ficava melhor. Cada vez ficava melhor e adicionávamos sempre pequenas coisas para apimentar o acto.  Era normal fodermos de dia, com as janelas todas abertas, na esperança que alguém nos visse. Ou então em espaços públicos, ali &lt;a href="http://img442.imageshack.us/my.php?image=6655432713fe.jpg" target="_blank"&gt;à&lt;/a&gt; vista de todos. Fazia-me suspeitar da verdadeira intenção da actividade dela. Cá para mim ela simplesmente gostava de foder. A maior parte das mulheres não gosta de sexo nem de foder, gostam de ser fodidas. Gostam que se ponham por cima delas, as penetrem com jeitinho e que digam que as amam. A Paula não. Ela gostava que a fodessem nos sitios piores. Ela gostava que apenas lhe tirassem a roupa suficiente para o poderem enfiar.  Ela era uma predadora e por mais que uma vez hesitei em saltar-lhe para cima, com medo que ela me comesse &lt;a href="http://img442.imageshack.us/my.php?image=8297197111lo.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt; picha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinham passado alguns meses, quando numa manhã ela me fez um pedido esquisito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vou cá ter uma amiga daqui a umas horas, preciso que a entretenhas...". Estranhei o ar dela e perguntei o que ela queria especificamente. "É uma amiga de uma amiga, que vem cá em negócios e se quer divertir um pouco. E tu vais fazer com que ela se divirta...". Não fiquei muito convencido mas...não queria perder o meu emprego. E também não a queria desapontar.  A amiga dela era uma espécie de barbie do jet-set...não era muito conhecida na altura. Lembro-me perfeitamente do perfume dela pois cheirava a flores. Porque agora é uma pessoa famosa, não escrevo aqui o nome dela. Mas já na altura tinha um corpo firme, embora não fosse uma adolescente. Parecia bastante simpática, muito longe do género de mulher de negócios frígida que eu imaginava que ela fosse. Era loira, daí eu apelidá-la de &lt;i&gt;barbie&lt;/i&gt;. A pedido dela retirámo-nos para o meu quarto, onde tirámos a roupa enquanto eu a beijava. Apesar do que teria pensado antes, não ia ser difícil fazer isto. Só via pontos positivos...ia foder esta mulher fantástica, ia cumprir os desejos da Paula e ia ganhar dinheiro por isso. O facto de não me sentir culpado pelo que ia fazer incomodava-me, mas passou-me quando ela se deitou na cama e abriu as pernas. Acariciei-lhe os lábios e enquanto o fazia ela guiou&lt;a href="http://img340.imageshack.us/my.php?image=7069621779su.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;me para dentro dela.  Não era a primeira gaja do jet-set que fodia, normalmente eram como esta, com a mania que sabiam o que estavam a fazer, porque os gajos que as comiam era sempre uns merdas, demasiado hipnotizados com os aneis delas para poderem ter um desempenho no mínimo, interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despertou qualquer coisa em mim, quando ela disse se "era só isto?"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puta. Puta de merda! Vaca do caralho! Ignorando tudo o que me parecia ser certo, virei-a ao contrário, agarrei-a pelos cabelos e meti&lt;a href="http://img340.imageshack.us/my.php?image=8612424920vl.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;lhe o meu pau pelo cu acima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Então, barbie, assim já gostas!", exclamei eu. Ela não respondeu, mas ofegava com muita intensidade. Puxei-a pelos cabelos e juntei a minha cara à dela e perguntei novamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Responde-me puta". Ela respondeu atrapalhada que sim, estava a gostar. Eu também estava a gostar, para uma mulher mais velha, tinha o rabo bem apertado. Gostava de humilhar estas gajas loiras, mas o pior é que para elas, levar no cu estava longe de ser uma humilhação. Pelo menos para esta...mas eu podia fazer pior. Passei para a frente dela e continuando a agarrá-la pelos cabelos mandei-a abrir a boca, para de seguida a mandar lamber-me os tomates. Ela meteu um deles na bocado, usando a lingua para brincar com ele. Perguntei-lhe se ela gostava do sabor e ela respondeu que sim.  Assim que ela respondeu enfiei-lhe o caralho até à garganta de uma maneira que lhe cortou a respiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Então e assim puta, gostas?!", exclamei eu. Ela não respondeu porque não podia, estava demasiado ocupada a tentar desocupar a boca, mas eu não a deixava. Quando senti que ela estava aflita tirei-o para fora. Enquanto ela tentava recuperar o fôlego mandei-a abrir o cu. Ela não acedeu imediamente. Eu repeti a minha ordem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vá lá puta, sabes que queres levar com ele no cu!". Ela sorriu com um ar muito ordinário para mim &lt;a href="http://img302.imageshack.us/my.php?image=4858416230cc.jpg" target="_blank"&gt;e&lt;/a&gt; acedeu, abrindo as nádegas com as mãos. Facilitou a minha penetração e enquanto a comia reparava que a atitude dela tinha mudado, parecia estar a divertir-se. Vaca. Odiava o risinho estúpido dela e a maneira como gemia. Rapidamente mudei de posição,  abrindo-lhe as pernas e sentando-a no m&lt;a href="http://img302.imageshack.us/my.php?image=6378400149or.jpg" target="_blank"&gt;e&lt;/a&gt;u caralho. Usando os meus braços fazia-a mexer-se para cima e para baixo. Não a queria foder, queria violá-la. Queria tirar-lhe aquele sorriso da cara e parecia estar a resultar. A barbie gemia de dor e implorava-me que eu parasse. Só parei quando a atirei para a cama e me esporrei n&lt;a href="http://img430.imageshack.us/my.php?image=5378725297vi.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt; língua dela. Sentei-me na cama com um ar satisfeito, enquanto ela recolhia as roupas dela e saia do quarto. A Paula entrou alguns minutos depois perguntando o que se tinha passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nada, foi uma foda simpática...", disse eu, rindo-me.  A Paula respondeu que eu devia ter sido muito simpático, pois a barbie ao pagamento habitual, tinha juntado um bónus...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113571587067762753?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113571587067762753/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113571587067762753' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113571587067762753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113571587067762753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/12/solteirona-iii.html' title='A Solteirona III'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113468352904979828</id><published>2005-12-15T21:51:00.000Z</published><updated>2005-12-15T22:00:09.803Z</updated><title type='text'>A Solteirona II</title><content type='html'>Fui acordado pelos gemidos da Paula. Eram altas horas da manhã, portanto levei algum tempo a compreender a razão pela qual tinha acordado. A Paula a gemer? Levantei-me, tentando não fazer barulho e olhei do topo das escadas para a sala de estar e lá estava. A Paula, a chupar um gajo que eu nunca tinha visto. O gajo estava nu, mas ela ainda tinha alguma roupa. No entanto, nunca tinha visto sexo oral com tanta intensidade. Ela estava praticamente a comer&lt;a href="http://img359.imageshack.us/my.php?image=5501424747sh.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;lhe o caralho e os tomates.  Escondi-me de maneira a que eles não me conseguissem ver mas não resisti a assistir ao resto da cena. Enquanto ela lhe chupava o pau outro homem aproximou-se por trás. Sentindo a aproximação dele, ela convidou-o com os olhos a fodê&lt;a href="http://img400.imageshack.us/my.php?image=9504689163jb.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;la. Nunca tinha assistido a uma cena destas ao vivo. A Paula estava no meio de dois homens e não parecia minimamente incomodada. Aliás, parecia estar a adorar. Estava chocado, mas não o suficiente para não ficar com uma tesão doida. Pensei em juntar-me a eles mas não saberia como os abordar. Olhando com atenção, dava-me a impressão que a Paula estaria a fingir. Bem, mas a fingir. Eles não pareciam muito chateados com isso, sorriam um para o outro e trocavam olhares que me pareciam bastante suspeitos.  O gajo a quem ela fazia o broche veio-se nesse momento. Veio-se na cara dela, cobrindo-lhe o rosto. Sem se limpar, ela virou-se para o segundo parceiro dela e começou a lamber-lhe o caralho enquanto ele se masturbava. Ela abriu a boca para aceitar a esporra dele, de uma maneira que eu só posso classificar como profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ela limpava a cara, os homens vestiram-se rapidamente, saindo, não sem antes atirar algumas notas para perto dela. Ela sentou-se no sofá, suspirou e contou as notas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já podes descer!", disse ela.  Esperei uns segundos, não fosse aparecer ainda mais outra pessoa. Ela disse o meu nome e repetiu o pedido para eu me juntar a ela. Estava com um ar mais sério que o costume. Perguntei ingenuamente há quanto tempo ela fazia sexo por dinheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Desde que me lembro. As primeiras vezes foi porque estava à rasca de dinheiro. Comecei a habituar-me ao estilo de vida e o dinheiro dá-me bastante jeito para os meus restantes negócios". Antes que eu pudesse fazer mais perguntas ela pediu-me se podiamos falar disto noutra altura. Sem ouvir a minha resposta ela levantou-se e foi para o quarto dela. Nessa noite pensei realmente se devia continuar naquele emprego. Afinal de contas, a fonte do dinheiro não me agradava muito. Por outro lado, gostava dela, dinheiro era dinheiro e ela não me tinha parecido nada chateada quand o a estavam a foder.  Tentando justificar tudo aquilo a que tinha assistido, dizia a mim próprio que eram negócios. Era trabalho e pronto. Afinal de contas quem era eu para a julgar? Eu trabalhava para ela, ela pagava-me, ponto final. O que ela fazia para arranjar dinheiro era da responsabilidade dela. Tendo em conta isto tudo, decidi ficar, se ela ainda me quisesse é claro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei com uma sensação esquisita.  Quando olhei para baixo a Paula estava em cima de mim, a chupar-me a picha. Foi díficil não ficar excitado nesse momento. Ela ficou impressionada com o tamanho, mas nem abrandou, metendo&lt;a href="http://img520.imageshack.us/my.php?image=158880670ph.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;o todo na boca. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, enchi-lhe a boca com esperma. Ela engoliu tudo e disse de seguida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não podia deixar que te fosses embora sem te provar primeiro...".  Expliquei-lhe as minhas conclusões sobre o que tinha visto na noite passada, dizendo no final que queria ficar. A resposta dela foi sentar&lt;a href="http://img520.imageshack.us/my.php?image=674264030us.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;se na minha cara e pedir-me para eu a lamber.  Esta puta não perdia tempo, mas não foi por isso que não obedeci. Porque é que havia de a contrariar? Independentemente da profissão dela, tinha um corpo fantástico e se eu já achava que ela devia ser boa na cama, agora sabia que ela teria a experiência para isso e muito mais. Depois de lhe comer a cona por uns minutos, deitei-a na cama, virando o corpo dela de lado e fodendo-a a seguir. Não sabia se ela estava a fingir, mas parecia estar a gostar. Também não me interessava se ela estava a fingir ou não, estava a gostar demasiado daquele momento. A verdade é que eu ainda não tinha admitido a mim próprio, mas queria fodê-la desde a primeira vez que a vi. Talvez ela soubesse, ou talvez não. Talvez ela me tivesse escolhido exactamente por este momento. Sentindo que o meu orgasmo estava próximo, ela apertou as mama&lt;a href="http://img520.imageshack.us/my.php?image=3101014175jo.jpg" target="_blank"&gt;s&lt;/a&gt; em volta do meu pau e deixou que a fodesse ali, até me vir novamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113468352904979828?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113468352904979828/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113468352904979828' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113468352904979828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113468352904979828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/12/solteirona-ii.html' title='A Solteirona II'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113457198333149960</id><published>2005-12-14T14:45:00.000Z</published><updated>2005-12-14T14:53:03.343Z</updated><title type='text'>A Solteirona</title><content type='html'>Há uns anos, quando comecei à procura de emprego respondi a um anúncio que encontrei no jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Precisa-se: Jovem sexo masculino, responsável, organizado, sensível".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte do sensível atraiu-me, acabei por marcar uma entrevista para o dia seguinte. Quando cheguei à morada que tinha combinado, reparei que a casa era uma vivenda simpática, sem grandes decorações. Toquei à porta que se abriu passado alguns segundos. Fui atendido por uma mulher de bastante boa aparência, devia ter uns 30 anos. A roupa que ela tinha era simples, mas dava para perceber que tinha um corpo muito atraente. Disse que vinha por causa da entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Claro, eu sou a Paula, entra por favor". Assim fiz. A casa parecia bastante simples, fazia-me duvidar de que oferta de emprego seria afinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos lá despachar isto então. Eu trabalho bastante e preciso de alguém que me possa ajudar a organizar-me melhor. Um assistente, sem função realmente definida, mas que faça as coisas que eu devia fazer, mas para as quais não tenho tempo. Isto tudo implica que tenhas que andar comigo praticamente 24 horas por dia, inclusivé dormires cá".&lt;br /&gt;Dormir aqui? 24 Horas por dia? Preparava-me para recusar quando ela referiu o valor do ordenado. "200 contos por mês por isto tudo, obviamente não pagas luz, àgua, refeições, etc...". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não...sim...não...sim...não...parecia demasiado bom para ser verdade. Nervosamente, perguntei qual era o truque."Truque ?", disse ela. Expliquei que aquele género de condições não era muito usual. "Acho que tens razão. Basicamente é simples, o trabalho que eu faço dispende muito tempo e preciso de alguém de confiança para me ajudar. A única condição é que não contas a ninguém para quem trabalhas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente pensei que o que quer que ela fizesse, seria muito, muito ilegal.  "Faço a gestão de alguns bares e discotecas". Ok, afinal não é assim tão ilegal. Decidi arriscar e mudei as minhas coisas nesse dia mesmo.  Enquanto me familiarizava com contactos de fornecedores e clientes e arrumava a minha tralha no quarto que me tinha sido posto à disposição, ela preparava-se para sair. Despediu-se de mim, dizendo que voltaria de manhã. Isto era capaz de nem ser assim tão mau. Era bastante dinheiro, dinheiro que ficava todo para mim, sem ter que pagar despesas nenhumas. E ela parecia simpática. Vivia com uma mulher simpática, toda boa e era bem pago por isso. O que é que podia correr mal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por uns tempos....nada. Passaram-se semanas, Eu cada vez ficava mais eficiente nas funções que me tinham dedicado e ela mostrava-se agradecida. Era normal irmos comer fora a restaurantes bastante caros, sempre com a conta paga por ela.  Quanto mais tempo passava com ela, mais a desejava. Mas algo me dizia que foder a patroa não seria uma boa ideia.  Por outro lado, não tinha conhecido namorados nem maridos nem nada do género. Interrogava-me o que se passaria com a vida amorosa dela. Estaria tão ocupada que nem tempo para sexo teria? Uma mulher tão atraente como ela? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa noite ela disse-me que não iria sair, iria ter uma reunião lá em casa.  Era a primeira vez que acontecia, mas não pus nenhum problema. Perguntei se seria preciso eu fazer algo, ou preparar alguma coisa. "Não, podes ir descansar e falamos amanhã".  Trabalhar para ela compensava, apesar de ser cansativo. Passava o dia a correr de um lado para o outro, normalmente sempre ao telefone.  Deixei-me dormir sem grandes problemas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113457198333149960?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113457198333149960/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113457198333149960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113457198333149960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113457198333149960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/12/solteirona.html' title='A Solteirona'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113441182799289226</id><published>2005-12-12T18:21:00.000Z</published><updated>2005-12-12T18:23:48.006Z</updated><title type='text'>A Namorada III</title><content type='html'>Não precisei de ouvir mais nada, convidei-a a entrar na cama e comecei a beijá-la. Ela tentava acompanhar, mas mostrava-se atrapalhada. Era tão querida, os beijos dela eram muito cheios, assemelhavam-se mais a dentadas. Ela excitava-me. Queria tanto comê-la, mas não podia. Não podia fazer isto...a Carolina ficaria devastada. Sentei-me na cama e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós não podemos fazer isto...". Ela respondeu que não contaria, mas eu não queria saber. Era errado e pronto. E era tão difícil resistir-lhe, excitada como ela estava tornava-a 10 vezes mais apetecível. Mas não podia ser. Caiu-lhe uma lágrima, enquanto ela fugia para o quarto dela. Merda...lágrimas. Mas era a coisa correcta a fazer. Isto era tão errado, a tantos níveis. Deixei-me dormir convencido que tinha tomado a atitude correcta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei com o toque do telefone. Era novamente a Carolina, confirmando que só viria no dia a seguir. Era cedo, optei por ir tomar um duche rápido. Quando sai do duche e fui ao quarto para me vestir lá estava a Claudia. Tinha tirado a roupa toda da cama e estava lá sentada, nua, toda aberta para mim. Ela perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ela só vem amanhã, não é? Por favor...eu não conto a ninguém.", disse ela enquanto se levantava da cama. Abraçou-se a mim e começou a beijar-me o peito. Não consegui resistir, mandei a toalha para o chão. Deitei-a na cama e abri-lhe as pernas. A cona dela parecia era tão apertada que me magoava enfiá-lo. Faço ideia do que lhe estaria a fazer a ela, mas a expressão dela &lt;a href="http://img290.imageshack.us/my.php?image=2847586002gv.jpg" target="_blank"&gt;e&lt;/a&gt;ra de puro êxtase. Não ia ser um grande problema fazê-la vir-se algumas vezes. A coninha dela era como eu imaginava, doce e apertadinha. Comecei a fodê-la bem devagar, mas mesmo assim os gemidos dela já se aproximavam do incontrolável. Disse-lhe para ela se acalmar e saborear o momento. O meu pau era grande o suficiente para ela o agarrar enquanto eu a fodia. Retirei a mão dela e enfiei-o todo. Ela revirou os olhos e exclamou "Não!". Assustei-me por um momento, antes dela concluir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não pares!". Ela estava a revelar-se mais corajosa do que eu pensaria. Acelerei o ritmo, mas ela agarrava-se ao lençol e aguentava tudo o que eu tivesse para lhe dar. Não a queria traumatizar, mas não ia ser algo de que ela se esquecesse facilmente. Perguntei-lhe se ela já tinha chupado alguma vez. Ela disse que não. Trocámos de posição, ficando eu deitado na cama. Deixei-a brincar com o meu caralho, ela mexia&lt;a href="http://img107.imageshack.us/my.php?image=8061688610vj.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;lhe, estudando a melhor maneira de o abordar com a boca. Lambeu&lt;a href="http://img107.imageshack.us/my.php?image=9538999709ps.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;o carinhosamente, algumas vezes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vá, agora tens que o meter na boca", disse eu. Ela olhou para mim assustada e disse que não conseguia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Consegues sim, tenta lá...", respondi eu. Ela olhou determinada, abrindo a boca e metendo a maior parte do meu caralho. Estava impressionado, devia estar a bater-lhe na garganta, mas mesmo assim ela não &lt;a href="http://img491.imageshack.us/my.php?image=180616616uw.jpg" target="_blank"&gt;d&lt;/a&gt;esistiu. Quando ela se engasgou rimo-nos os dois, mas ela tentou de novo. Desta vez, foi na perfeição. Meteu-o praticamente todo na boca, várias vezes. Depois olhou para mim procurando a minha aprovação. Eu sorri para ela e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Muito bem! Agora tens que acabar!". Ela começou a masturbar-me, deixando que eu me viesse nas mãos dela. "Prova...", disse eu. Ela acedeu e lambeu um pouco de esporra dos dedos dela. Pareceu não gostar do sabor, mas a experiência...estava a adorar. Fodemos a manhã toda, ela parecia uma boneca em cima do meu caralho. Para o final, ela estava exausta e eu, mesmo não querendo admitir, começava a ficar cansado. Mesmo assim deixei-a com recordações memoráveis, fodi-a em todas as divisões da casa, em todas as posições que me lembrei. Ela estava esgotada mas contente. Não seria a última das minhas aventuras com ela...nem de perto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113441182799289226?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113441182799289226/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113441182799289226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113441182799289226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113441182799289226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/12/namorada-iii.html' title='A Namorada III'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113396988798729713</id><published>2005-12-07T15:30:00.000Z</published><updated>2005-12-07T15:38:07.990Z</updated><title type='text'>A Namorada II</title><content type='html'>Tornava&lt;a href="http://img512.imageshack.us/my.php?image=3915973809gf.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;se difícil concentrar-me, a Carolina não gostava tanto de foder como eu, mas não quer dizer que não fosse boa. A maneira como ela usava a língua no meu pau fazia-me revirar os olhos de prazer. Mas reparei que a porta tinha ficado encostada e do outro lado consegui ver a Claudia, momentos antes dela fugir. A Carolina não se apercebeu, estando de costas para a porta. Não sei no que estaria a pensar, mas atirei a Carolina para cima da cama e fodi-a sem piedade. A minha ideia era que a irmã mais nova dela ouvisse os gritos e compreendesse o que se estava a passar. No que era praticamente uma violação, a Carolina gritava de prazer, enquanto eu me empurrava para dentro dela, forçando cada vez mais, até os gritos de prazer dela se transformarem em dor. Ela tentava fazer com que eu parasse, mas eu não estava interessado, o facto de saber que a irmã dela estava a ouvir tudo, só me dava mais vont&lt;a href="http://img507.imageshack.us/my.php?image=7850276206yb.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt;de. Sempre tive esta veia exibicionista...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã seguinte reparei nos olhares que a Claudia trocava comigo. Quem me dera poder dizer, ali mesmo em frente à minha namorada: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se quiseres, também há para ti"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não podia, era errado por tantas razões. Ainda assim, desde da primeira vez que a vi, que a queria provar. Não era preciso fodê-la, mas queria beijá-la, sentir o sabor dela. Duvido que com aquele corpinho fosse virgem, mas de certeza que era inexperiente o suficiente para fazer coisas novas com ela. Não não não...nada de sexo com ela. Nada de foder aquela coninha apertada e apetitosa.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não foda-se!! Pára de pensar nisso!!". Era difícil, mas o que mais tinha vontade era de atirar com a tralha do pequeno almoço para o chão e comê-la ali mesmo, com a irmã a ver e tudo. Sou tão tarado. Com isto tudo a passar-se na minha cabeça, quase não ouço a Carolina a dizer-me que hoje passaríamos o dia na praia. Que bom, como se isto não estivesse &lt;a href="http://img126.imageshack.us/my.php?image=4722866268xm.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt; ser já complicado. Ainda não vi nada tão excitante como estas irmãs deitadas ao meu lado, com tão pouca roupa. O sol fazia a pele delas brilhar, e com tão pouca roupa, era fácil encontrar semelhanças entre elas. Passaram uns dias nesta rotina de ir à praia e eu conseguia ver que a relação delas se estava a desenvolver, pareciam mais à vontade uma com a outra. Apesar de todas as minhas taradices, gostava realmente da Carolina. Era uma querida e merecia ter isto, merecia uma irmã mais nova que gostasse dela. E eu não conseguia pensar em melhor irmã mais velha que ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nessa tarde que a Carolina recebeu um telefonema de uma amiga. O pai dessa amiga tinha falecido. Obviamente, a Carolina ficou meio afectada e prontificou-se de imediato a ir ter com a amiga. Cavalheiro como sou (!) disse que deviamos ir todos e as férias ficariam para outra altura. A Claudia não concordou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu podia cá ficar com ele...", disse ela ingenuamente. A Carolina pareceu não ficar muito confortável com a ideia. Se eu ficasse sozinho com a rapariga, sabe-se lá o que poderia acontecer. Mas optei por encolher os ombros e deixar que fosse a Carolina a decidir. Ela concordou...merda! Meia hora depois a Carolina estava de saída, despedindo-se com um "Portem-se bem!". Já era tarde, mas não tinha sono nenhum, estava demasiado agitado com a minha companhia. Optei por ver um pouco de T.V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha acabado de me sentar quando a Claúdia apareceu na sala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não tenho sono", disse ela. Eu respondi, dizendo que estava com o mesmo problema. Ela sentou-se perto de mim, de lado, enrolando as pernas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A minha irmã gosta mesmo de ti sabes...vê-se mesmo que vocês se adoram". Eu sorri para ela e concordei, dizendo que ela era muito especial para mim.&lt;br /&gt;"Pois, eu tenho ouvido", continuou ela, com um ar de brincadeira. Eu devo ter ficado meio envergonhado, pois senti a minha cara a ficar vermelha. Acho que ela não reparou, pois estava escuro na sala, mas mesmo assim disse que estava só a brincar. Não sei se ela estaria a fazer de propósito, mas tornava-se muito difícil não ficar excitado. As pernas dela tocavam nas minhas, talvez por acidente. Ela tinha uma tshirt apertada e uns calções diminutos, conseguia na perfeição ver as formas do corpo dela. Tentei não pensar mais nisso, continuando a conversa, perguntando-lhe pelo namorado dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não tenho", respondeu ela. Antes de me deixar continuar a pergunta, ela completou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas não sou virgem, se é isso que estás a pensar". Era, mas eu disse que não. Não pensar em foder era difícil pelo rumo da conversa, portanto disse que estava a ficar com sono e que ia voltar para a cama. Ela olhou para mim desiludida mas rapidamente disse que também se ia deitar. Era mentira que eu estava com sono. Tinha o caralho tão duro, que me doía, mas não parava de pensar nela. Que mal teria, era só uma foda...ela tinha 15 anos mas sabia o que fazia. E a irmã dela nem precisava de saber, ficava entre nós. Pensava como seria, ela parecia tão frágil e isso tornava-a tão excitante. Não a queria só foder, queria abusar dela, queria parti-la ao meio. Queria acabar com a pureza dela. Tinham passado duas horas destes pensamentos, quando o telefone tocou. Era a Carolina, para avisar que já tinha chegado ao destino dela. Perguntou-me como estavam a correr as coisas, se a irmã dela estava a portar-se bem, ao que eu respondi afirmativamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ainda bem, devo voltar daqui a um ou dois dias". Despedimo-nos e voltei a cair sobre a minha almofada. Momentos depois, a Claudia bateu à porta e entrou, perguntando se tinha sido a Carolina a ligar. Eu respondi que sim e resumi-lhe a conversa. Os olhos da Claudia desviaram para o meio das minhas pernas. Ela interrompeu o meu resumo dizendo que ninguém precisava de saber, ficava a ser um segredo nosso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113396988798729713?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113396988798729713/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113396988798729713' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113396988798729713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113396988798729713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/12/namorada-ii_07.html' title='A Namorada II'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113291225761335896</id><published>2005-11-25T09:47:00.000Z</published><updated>2005-11-25T09:50:57.623Z</updated><title type='text'>A Namorada I</title><content type='html'>Durante uma fase da minha vida quis assentar. Pensava como seria ter a mesma pessoa todos os dias e a ideia parecia-me simpática. Com as minhas manias tornava-se difícil encontrar uma pessoa equilibrada com quem partilhar uma casa, mas quando conheci a Carolina senti que podia ser possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Carolina era uma rapariga ...normal. Nesta altura da minha vida parecia-me impossível encontrar uma pessoa normal, sem taras, esquisitices, taradices e coisas do género. Mas a Carolina era mesmo isso. Uma rapariga simpática, de 25 anos, com uma infância normal. Não era perfeita, mas isso ninguém é. Tinha os defeitos dela, como qualquer pessoa. Mas eu gostava da companhia dela. Ela tinha uma cara de menina, era loira e tinha os cabelos compridos. Não era muito avantajada em termos de corpo, mas isso também não importava. Eu gostava da companhia dela e pela primeira vez, sentia-me capaz de ficar só com uma mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela passava a maior parte do tempo em minha casa, viviamos praticamente juntos. Isso para mim era complicado. Era difícil partilhar a maior parte do meu tempo com uma pessoa, fosse ela quem fosse. Mas ela facilitava tudo. Por qualquer razão ela era diferente, ela era o meu porto de abrigo do mundo. Por isso mesmo não recusei quando ela me convidou para ir passar as férias de verão com ela e umas amigas. Chegado o dia da viagem, estranhei não ver nenhuma das amigas. Quando lhe perguntei por isso, ela respondeu que só ia mais uma pessoa. A irmã dela. Nunca tinha conhecido a irmã dela, aliás nunca tinha conhecido ninguém da família dela, viviam noutro país. Mas a irmã vinha a Portugal passar as férias com ela. Tudo bem, pensei eu, até porque não gosto de multidões. E despachar a irmã dela para ficar a sós com a Carolina era bem mais fácil do que livrar-me de um grupo de amigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Claudia era a irmã mais nova da Carolina. Nunca soube ao certo a idade dela, mas não devia ter mais que 15 anos. Apresentou-se calada, chegando a roçar a falta de educação. Esforcei-me por compreender mas a verdade é que também não insisti muito para me tornar amigo dela. A relação dela com a irmã também não parecia ser das melhores. Acho que nestas idades estamos todos um pouco revoltados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era de noite quando chegamos à casa de férias, optámos todos por descansar um pouco. Eu não estava interessado em descansar, estava mais interessado em comer a Carolina. Ela não era muito adepta de sexo, estava longe de ser tão esfomeada quanto eu (como os restantes 99% do mundo). Mas eu não queria ouvir desculpas e ela acabou por aceder. Enquanto nos despiamos e ela me começava a chupar, tive a sensação que nos estariam a ver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113291225761335896?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113291225761335896/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113291225761335896' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113291225761335896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113291225761335896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/11/namorada-i.html' title='A Namorada I'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113104169328124845</id><published>2005-11-03T18:14:00.000Z</published><updated>2005-11-03T18:14:53.293Z</updated><title type='text'>A Chefe V</title><content type='html'>Reconheci a voz da Luísa num instante, ficando paralisado. Olhando em volta para ter a certeza que a Vanessa não estava por perto (tinha ido à casa de banho), convidei-a a vir a minha casa para falarmos. Ela aceitou sem problemas, combinando para daí a umas horas. Quando desliguei o telefone a Vanessa apareceu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Então, o que é que ela disse?", perguntou ela. Eu respondi que ela tinha aceite, que vinha daí a pouco. Tentava esconder o meu ar chocado, quando a Vanessa me perguntou se havia algo de errado. Eu respondi que não, obviamente não lhe podia contar a razão do meu choque. De repente fazia sentido, a maneira como ela descrevia a mãe dela correspondia em tudo ás atitudes da Luísa. E eu tinha-a conhecido à porta da empresa. Merda, tinha sido mesmo cego. Não...para variar tinha pensado com a cabeça de baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentei-me ainda em estado de choque e fiquei algum tempo a pensar numa maneira de desfazer este problema. Ainda não me tinha ocorrido uma solução quando a Vanessa me disse que ia passear por umas horas, pois não queria que a mãe a encontrasse para já. Suspirei de alívio e disse que era uma boa ideia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como combinado, a Luísa chegou pouco depois. Disse-me que não tinha tido tempo de falar comigo pois andava ocupada com umas coisas de família. Pois...como se eu não soubesse. Na minha cabeça, tentava magicar uma maneira de contar à Luísa o que se tinha passado entre mim e a filha dela mas não sabia bem como abordar o assunto. Estava tão embrenhado nesta linha de pensamento que quase não dei por ela começar a falar comigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sabes, é a minha filha, é uma criança muito problemática, voltou agora a aparecer na minha vida...quer dinheiro. Eu só quero o bem dela, mas acho que dar-lhe dinheiro não a vai ajudar da melhor maneira."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma conversa bem diferente do que a que tinha tido com a Vanessa. Continuando, ela contou-me histórias rocambolescas sobre a Vanessa, sobre os namorados dela, que ela tinha sido uma criança muito mimada e que tinha tido tudo o que queria mas que mesmo assim nunca tinha sido suficiente. A conversa continuou por alguns minutos e cada história sobre a Vanessa me impressionava mais e mais. Fiquei sem saber o que pensar no final. Por um lado, a pessoa que ela descrevia não podia ser a pessoa que tinha estado comigo ainda esta manhã. A minha Vanessa era inocente, abusada e mal tratada. Ou não seria assim? Estaria também eu a ser vítima das manipulações dela? Não era normal ser eu a vítima...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo da Luísa interrompeu-me os pensamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje fazes-me falta!...", disse ela, esperando que eu tivesse pena dela. Mas hoje não podia ser, não com o que eu sabia, não com o que se estava a passar. Recusei, e arranquei as minhas mãos de cima dela. Mas entre mais beijos e carícias ela tornava muito difícil a minha luta. Acabei por aceder, sempre com o pensamento de que a Vanessa poderia entrar a qualquer momento. Afinal era díficil não pensar na Vanessa...aqui estou eu...a foder a mãe dela. E por muito boa que ela fosse, a mãe era melhor. Mais experiente. E hoje, nem estava tão frígida e distante como costumava estar. O facto de me estar a saber tão bem só me fazia sentir mais culpado, mas não era uma coisa que eu não conseguisse controlar. Apesar de já termos tido encontros mais longos, conseguimos percorrer quase todas as divisões da minha casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só voltei a ver a Vanessa no dia seguinte. Era um Domingo. À minha pergunta de onde ela tinha estado, respondeu que não queria correr o risco de se encontrar com a mãe. Perguntou-me a seguir como tinha corrido a conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Foi...produtiva...acho eu.". Realmente não me podia alongar muito sobre detalhes, mas disse que acho que elas as duas precisariam de ter uma conversa séria. Ela respondeu-me que isso estava praticamente fora de questão, mas eu insisti, adicionando que ela se ia arrepender se não tentasse pelo menos. Afinal de contas, a mãe dela parecia uma pessoa minimamente equilibrada...o que é que custava tentar. Ela beijou-me, respondendo que as mulheres eram mesmo a minha fraqueza. Disse-me que precisava de ir falar com uma amiga e dirigiu-se para a porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas vou pensar no que tu disseste, a sério!", disse ela, antes de fechar a porta. Ela não voltou nessa noite o que me deixou algo preocupado. No dia seguinte apresentei-me no trabalho e imediatamente fui chamado ao gabinete da Luísa. Quando lá cheguei as lágrimas nos olhos dela deram-me a entender que algo se passaria. Perguntei o que é que tinha acontecido. Ela entregou-me um envelope branco e mandou-me abrir e ver o conteúdo. Eram fotos...fotos de mim e da Luísa...na minha casa. Tiradas do prédio em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ela apareceu ontem em minha casa, exigiu-me 5000 contos para não mandar essas fotos para o director da empresa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que estava respondido quem é que tinha manipulado quem. A minha relação com a Luísa morreu nesse dia, apesar dela não estar chateada comigo. Para ela, eu não era mais do que outra vítima das "tretas" da Vanessa. Quanto a essa, nunca mais a vi, muito menos ouvi falar dela. Gosto de pensar que o que ela sentiu por mim era verdadeiro, mas magoa-me pensar nisso...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113104169328124845?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113104169328124845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113104169328124845' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113104169328124845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113104169328124845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/11/chefe-v.html' title='A Chefe V'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113063720172231965</id><published>2005-10-30T01:52:00.000Z</published><updated>2005-10-30T01:54:12.003Z</updated><title type='text'>A Chefe IV</title><content type='html'>"Acho-te muito gira", disse eu e deixei-a cair nos meus braços, correspondendo os beijos dela. Aproveitei para passar as mãos pelo corpo dela, sentindo a pele macia. Não sei se isto era correcto, mas na altura preferi não pensar nisso e entregar-me a ela. No fundo estava apenas a dar-lhe o que ela queria, que nessa altura era companhia e carinho. Da mesma maneira que tinha feito a tantas outras. Tentando não a assustar, entre os beijos que iamos trocando fui lentamente tirando-lhe a roupa. Depois tirei a minha e antes que ela desse por isso estavámos debaixo dos lençois da minha cama. Enquanto ela me beijava o pescoço, eu apalpava-lhe o rabo, à espera da melhor altura para me enfiar nela. Quando finalmente o enfiei, ela mordeu-me o pescoço (mania das góticas, pensam todas que são vampiras) para não gritar. Mas os gemidos dela não deixavam dúvidas. Esquecendo a fragilidade anterior dela, fodi-a com vigor. O facto de ela ser tão nova e apertada só me dava mais prazer e a inexperiência dela revelava-se. Nesta altura resolvi testá-la, deitando-o na cama e pondo o meu caralho mesmo em frente ao nariz dela, para ver que reacção se seguiria. Ela olhou nervosa, como se o tamanho a assustasse mas rapidamente lhe passou. Timidamente começou por lamber &lt;a href="http://img477.imageshack.us/img477/5917/6299230052dp.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt; cabeça, para depois começar &lt;a href="http://img494.imageshack.us/img494/8186/5858624576ye.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt; chupar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vê-la naquela posição excitava-me, mas também me enternecia. Ela era muito querida e só queria que gostassem dela e isso notava-se ali, no esforço que ela fazia para agradar. Sentindo que talvez não estivesse à altura, ela tentou meter tudo na bo&lt;a href="http://img495.imageshack.us/img495/9420/1147799249ez.jpg" target="_blank"&gt;c&lt;/a&gt;a e mesmo correndo o risco de se engasgar ela continuava a olhar para mim, tentando obter a minha aprovação. Para mim ela estava aprovada, mesmo com a idade e inexperiência dela, nunca me tinham chupado daquela maneira, com tanta dedica&lt;a href="http://img473.imageshack.us/img473/1571/8765614341wt.jpg" target="_blank"&gt;ç&lt;/a&gt;ão. Tirei-o da boca dela e trocámos alguns beijos, antes de eu me voltar a deitar ao lado dela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não te queres vir?", perguntou ela. "Eu quero que te venhas...". Ela começou a masturbar-me, eu sentia as mãos dela a tremerem, não sei se de nervosismo ou excitação. Ela resolveu aplicar-se mais um pouco e começou a lamber-me o pau, de ponta &lt;a href="http://img454.imageshack.us/img454/3442/9780917971ou.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt; ponta, enquanto continuava a brincar com ele. Mas para mim não era uma brincadeira, eu estava mesmo excitado e comecei a pensar de que maneira me iria esporrar. Optei por me vir nas mãos dela, o que lhe agradou. Acho que ela nunca tinha visto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dessa noite, arranjava qualquer desculpa para poder estar com a Vanessa. Passávamos horas a falar e ainda mais horas na cama. Para mim ela era um escape da Luísa e para ela, eu era um escape do mundo. Como todas as raparigas na idade da Vanessa, ela andava meio perdida, zangada com toda a gente. Mas quando ouvia as histórias dela até conseguia perceber. A Vanessa era filha de pais divorciados e optando por um estilo mais alternativo na maneira de vestir e de ser, os pais nem sempre a toleravam. Lá no fundo, ela sentia-se culpada pela separação deles. Eu sabia que não era culpa dela, afinal ela até podia ser meio estranha, mas era uma miúda fantástica. Ela dizia-me que o pai dela até era suportável, mas que a mãe era outra conversa. Contava-me histórias de a mãe ser violenta, de a obrigar a passar várias noites na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de mais uma noite de sexo intenso (a rapariga melhorava de dia para dia), pus-me a pensar, enquanto ela dormia nos meus braços. Por melhor que fosse o sexo e a minha relação com a Vanessa, a verdade é que não podia ficar com ela para sempre, mas também não queria ser apenas mais um na vida dela. Resolvi ajudá-la, arranjando maneira de lhe assegurar uns rendimentos fixos, por uns tempos. Perguntei-lhe se falando com a mãe dela, se poderia resolver alguma coisa. Ela disse que não, que a mãe não iria em histórias. Provavelmente fingiria-se muito interessada mas voltaria tudo ao mesmo em pouco tempo. Precisávamos de um trunfo. Resolvi conhecer a peça em pessoa. Chamaria a mãe dela ao meu apartamento, para ela a vir buscar. E nessa altura tentaria descobrir algo mais sobre ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Vanessa não parecia convencida, dizendo que a mãe dela é muito frígida e severa para cair logo assim à primeira. Confiante, eu disse que isso não seria um problema. O problema surgiu quando a mãe da Vanessa atendeu o telefone...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113063720172231965?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113063720172231965/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113063720172231965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113063720172231965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113063720172231965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/chefe-iv.html' title='A Chefe IV'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113063240947849382</id><published>2005-10-30T01:32:00.000Z</published><updated>2005-10-30T01:38:10.676+01:00</updated><title type='text'>A Chefe III</title><content type='html'>A Vanessa era uma miúda simpática. Era nova, não tinha 18 anos, mas andava lá perto. Mas ao olho destreinado (que não era o meu caso) parecia mais velha. Era a maneira como se vestia, dava a entender que teria uns 20, 22. A fragilidade dela atraia-me, ou não a tivesse eu conhecido à chuva, à porta da empresa onde trabalhava. Ela parecia bastante alterada. Perguntando-lhe o que se passava ela disse-me que tinha acabado de discutir com a mãe. Convidei-a a refugiar-se num café, do outro lado da estrada. Entre bebidas quentes, ela contou-me que não conhecia muito bem aquela cidade, pois vivia lá há poucas semanas. Mulheres fragilizadas eram o meu ponto fraco. Não sei se era por insconscientemente saber que eram presas fáceis, ou porque me simplesmente me davam pena. Mas acho que no caso dela era a 2ª. Eu já tinha passado por uma situação assim, portanto fazia uma boa ideia do que ela estaria a sentir. Convidei-a a ir até minha casa, de lá poderia telefonar a um amigo ou algo assim. Ela aceit&lt;a href="http://img415.imageshack.us/img415/2025/7243681857ig.jpg" target="_blank"&gt;o&lt;/a&gt;u.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em minha casa, não pude deixar de reparar que a Vanessa marcou um nº muito esquisito, ao tentar telefonar. Quase como se tivesse marcado ao calhas. Fingindo não ter reparado, encolhi os ombros quando ela me disse que ninguém tinha atendido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Bem, não sei, não tens mais ninguém a quem possas ligar?...", disse eu. Ela respondeu que não, todos os outros amigos dela viviam muito longe e já era muito tarde para que alguém pudesse fazer uma viagem tão longa. Fazendo-me de parvo, pois percebi logo que era o que ela queria, ofereci-lhe o sofá por aquela noite. Ela exclamou um "SIM!" quase sem me deixar terminar a minha oferta. Eu percebia o entusiasmo dela, numa cidade onde não se conhece ninguém, um gesto de simpatia de um desconhecido é como um oásis no meio do deserto. E eu sentia-me bem por a poder ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse dia, custou-me adormecer. Toda a situação da Luísa stressava-me imenso, começava a ficar cansado dela. Ao mesmo tempo admirava-me dela ainda não ter ligado. Embrenhado nesta linha de pensamento nem dei pela Vanessa entrar no meu quarto. A minha porta não estava fechada, estava apenas encostada, pois eu tinha-lhe dito que caso ela precisasse de algo, não hesitasse em pedir. Nem sequer batendo à porta, ela sentou-se aos pés da minha cama e perguntou se eu costumava fazer muito isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isto o quê?", respondi eu. Ela completou a pergunta dela, dizendo que "isto, trazeres raparigas desconhecidas para tua casa". Respondi em tom de brincadeira, que normalmente fazia sempre serviço ao domícilio. Ela riu-se, não suspeitando que eu não estava exactamente a brincar. Ela continuou as perguntas, acho que lhe apetecia falar. Não me chateava, pelo contrário, afinal de contas eu nem sequer tinha sono. Ela perguntou-me por namoradas, mas antes de eu responder concluíu que se eu tivesse namorada, não a tinha trazido para casa. Eu fiz uma expressão de "pensa o que quiseres", não queria revelar ali a minha vida à rapariga. Mas ela tinha razão, apesar de não ser ainda uma mulher, era uma ameaça. Tinha uma espécie de &lt;i&gt;look&lt;/i&gt; gótico, com madeixas pretas e loiras no cabelo. E tinha uns olhos azuis incríveis. Como todas as góticas exagerava um bocado na maquilhagem, numa tentativa de esconder a idade. Apesar disso, era giríssima, e pelo menos naquele ambiente parecia-me divertida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"És muito fixe, por me teres ajudado.", disse ela. Eu disse que não tinha sido nada de mais, mas ela continuou. "A sério, nem sei como te agradecer...quer dizer...se calhar até sei". A seguir a esta frase, ela salta para cima de mim e dá-me um beijo nos lábios. Eu ri-me, incitando a curiosidade dela. "Qual é a piada??!". Eu respondi que nada, simplesmente tinha achado gira a atitude dela. "Ah...então achas-me gira!". Eu respondi que não era bem isso e ela respondeu beijando-me novamente, mais profundamente. O beijo dela provocou a reacção física mais óbvia, mas também despertou qualquer coisa em mim. Depois destas semanas todas com a Luísa, o beijo dela foi como uma lufada de ar fresco. Sentindo o meu pau já duro, ela roçou-se um pouco nele, perguntando-me se agora eu já a achava gira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113063240947849382?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113063240947849382/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113063240947849382' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113063240947849382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113063240947849382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/chefe-iii.html' title='A Chefe III'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113062532744174241</id><published>2005-10-29T23:34:00.000+01:00</published><updated>2005-10-29T23:35:27.453+01:00</updated><title type='text'>A Chefe II</title><content type='html'>A casa dela era uma espécie de palácio, com portões enormes. Por dentro era bem mais simples mas nem por isso mais pequeno. Ela convidou-me a entrar. Bem mais calmo que no dia anterior, apresentei-me com uma versão mais limpa do documento que ela tinha descoberto. Ela convidou-me a sentar e começámos rapidamente a trocar opiniões sobre as minhas ideias. Ela parecia-me bem mais normal. Não sei se seria do ambiente pouco formal, ou de simplesmente ela estar mais à vontade. Não estava tão "achefada" e melhor que tudo, parecia genuinamente interessada no que eu tinha escrito. Isso deixava-me orgulhoso. A meio da conversa ela convidou-me a ficar para almoçar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do almoço a conversa tomou realmente um tom descontraído. Tão descontraído que a levou a comentar:&lt;br /&gt;"Sabe que você já se anda a tornar numa lenda no meio das mulheres da empresa...começo a pensar se será realmente tudo verdade". Não querendo ficar sem resposta, disse confiantemente que em casos raros, podia fazer demonstrações, de modo a facilitar a escolha do cliente. Nesse momento abri as calças e o meu pau saltou para fora. Ela riu-se e tocou-lhe, acariciando-o. Acho que a verdadeira razão desta reunião fora de horas estava descoberta. Começando a masturbar&lt;a href="http://img211.imageshack.us/img211/5079/5192507941eh.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;me, ela comentou que afinal os boatos tinham razão de ser. E depois começou a chupar-me. Primeiro timidamente, mas eu facilitei, agarrando-a pelos cabelos e descaindo um pouco no sofá. A partir daí chegámos ao ponto de não&lt;a href="http://img392.imageshack.us/img392/3603/639011414ac.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;retorno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela se despiu é que reparei no corpo dela. O traje habitual não deixava perceber, mas ela tinha um corpo fantástico. Para a idade dela, estava bem em forma. Não resisti às mamas enormes dela e deitei-a no sofá, começando de seguida a lamber-lhe o peito. Eram mesmo gr&lt;a href="http://img392.imageshack.us/img392/9922/6828171803ki.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt;ndes e mesmo naquela altura, a seguir ao almoço, eu devia parecer muito esfomeado, tal era a maneira como lambia e mordia. Ela não parecia importar-se, estava com um ar de gozo enorme. Eu agradava-lhe, ela tinha ouvido as histórias mas ao vivo e a cores parecia-lhe bem melhor. Não sei se ela estava à espera de ser fodida no sofá, mas não ouvi um "não" quando o enfiei na cona dela. Pelo contrário, ela soltou um "sim" numa forma de gemido que me arrepiou. Não a queria foder com posições esquisitas ou elaboradas. Queria simplesmente fodê-la, mostrar-lhe que as histórias eram todas verdade. A vir-me no peito dela, acho que ela tinha percebido o que eu lhe queria mostrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, encontrámo-nos mais vezes, sempre com o mesmo resultado. Sexo e mais sexo. Chegámos a fazer algumas vezes no gabinete dela, sempre a horas tardias, sem ninguém ver. Ela era insaciável, tinha sempre que ser como ela queria, às horas que ela queria. Podia ser minha chefe no emprego, mas na cama era uma ditadora. Contrariamente ao que eu esperaria a frieza dela incomodava-me. Não estava habituado. Se bem que nunca me tinha apaixonado pelas mulheres que fodia habitualmente, também não estava habituado a ser simplesmente um vibrador. Depressa me fartei desta atitude e resolvi acabar com aquela história toda. Afinal de contas, o tempo que eu a passava a foder, era tempo que podia passar com outra qualquer. A esta justificação, a Luísa reagiu um bocado mal. Sabendo como naquela altura o meu emprego era importante, não teve problemas nenhuns em colocar-me entre a espada e a parede. Era simples: se eu parasse de lhe dar o que ela queria, ficava sem emprego. Não tive escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo a seguir a isso tornou-se desagradável, ela obrigava-me a estar horas a lamber-lhe a rata. Se noutras alturas isso não tinha sido problema, agora, por ser uma obrigação era também um sofrimento. Para ser sincero, já tinha passado por pior, afinal de contas a Luísa continuava ser uma grande foda, mas para mim não chegava. Especialmente porque tinha acabado de conhecer a Vanessa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113062532744174241?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113062532744174241/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113062532744174241' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113062532744174241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113062532744174241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/chefe-ii.html' title='A Chefe II'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-113042685311733062</id><published>2005-10-27T16:26:00.000+01:00</published><updated>2005-10-27T16:27:33.130+01:00</updated><title type='text'>A Chefe</title><content type='html'>As mulheres mais velhas continuavam a dar cabo de mim e eu continuava sem perceber porquê. Acho que a minha capacidade de ouvir lhes dava apoio, enquanto que as minhas outras capacidades davam prazer. Era uma mistura que não falhava, excepto para os maridos que não achavam piada nenhuma. Os que descobriam pelo menos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da Luísa esse problema não se punha. Divorciada há alguns anos, era daquelas mulheres que só vivia para o trabalho, o que tinha contríbuido em grande parte para o divórcio. São escolhas que se fazem na vida, acho eu. Quando eu a conheci, o escritório andava todo ao passo dela, quer fosse rápido ou a correr. Não tratava mal ninguém, mas toda a gente a respeitava. O facto de ser uma mulher de negócios bem sucedida tirava-lhe o tempo para qualquer outro tipo de actividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa daquelas noites onde fiquei a trabalhar até tarde, ela também lá estava. Naquele ambiente de escritório, a minha reputação era mais ou menos conhecida. Mais ou menos porque eu não ia com qualquer uma...a mulher tinha que ser chefe de qualquer coisa ou então nada feito. Era a minha versão de &lt;i&gt;subir na carreira&lt;/i&gt;. Daí o facto dela olhar para mim sempre com um ar de desprezo. Acho que para uma mulher trabalhadora como ela, a maneira como eu me desenrascava no escritório não era nada correcta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, nessa noite só lá estava ela e eu. Quando ela me chamou ao gabinete dela, não pude deixar de estranhar...mas afinal era só uma impressora encravada. Assim que lá cheguei senti o nervosismo dela, como se estivesse a tentar esconder alguma coisa. Quando me apercebi do que era, levei o meu tempo para arranjar a impressora. Numa das janelas abertas no computador conseguia perceber um endereço suspeito...a chefe estava a ver porno! Apercebendo-me que eu a tinha descoberto, ela tentou desviar a minha atenção desse assunto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"você acha bem a maneira como se comporta aqui no escritório?", disse ela. Fingi um ar de perplexo, como se não soubesse do que ela estava a falar. "Pensa que eu não sei?", continuou ela. "A chefe de departamento e há uns tempos atrás a directora de logística...você não tem vergonha?". Neste momento, não hesitei em imaginar um anjinho num dos meus ombros e um diabinho no outro. E enquanto que o anjinho dizia que eu devia pedir desculpa e sair antes de causar mais problemas, o diabinho dizia que eu devia responder que se ela só sabia dessas duas, então ainda era mais estúpida do que parecia. Não fiz nem uma nem outra, optei por lembrar-lhe que ela não devia usar os recursos da empresa daquela maneira e num toque rápido no teclado, alternei para a página com porno que ela estava a ver. Quando ela disse "Como se atreve?!", continuei dizendo que as duas mulheres que ela tinham mencionado não precisavam de páginas assim, eram mulheres a sério, ao contrário dela que podia ser chefe, mas não deixava de ser uma frustrada por isso. Saí antes dela poder dar uma resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a certeza de que ia ser despedido, arrumava as minhas coisas quando ela entrou no gabinete. Começou por pedir desculpas por se ter metido na minha vida, que eu aceitei de imediato. Afinal de contas não queria perder o emprego. Na mão, trazia umas folhas de papel que me pareciam familiares. "Isto...foi escrito por você, não foi?", perguntou-me ela. Eu dei uma vista de olhos rápida. Era um pequeno documento que eu tinha feito, com algumas regras básicas para poupar o equipamento informático. "Gostei muito, amanhã venha ter comigo para discutirmos melhor estas ideias", disse ela, entregando-me um cartão com a morada de casa. Nesta altura a minha cabeça não podia estar mais longe da vertente sexual, eu não queria era ser despedido. Aceitei sem problemas, mesmo sabendo que amanhã era um Sábado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-113042685311733062?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/113042685311733062/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=113042685311733062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113042685311733062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/113042685311733062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/chefe.html' title='A Chefe'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-112997744259851005</id><published>2005-10-22T11:36:00.000+01:00</published><updated>2005-10-22T11:37:22.603+01:00</updated><title type='text'>A colega de escola III</title><content type='html'>Ela tinha uns olhos azuis fantásticos e por eles eu conseguia perceber que ela estava triste, que isto para ela não era mais que uma desforra para se vingar do marido. A mim não me fazia diferença, para mim também assim era. Não queria saber dela, só me queria esquecer do que tinha visto. Mas isso não era razão para não me aplicar. Virei o rabo dela para mim. Era fantástico, ela de certeza que tinha sangue latino. Tinha um rabo grande e redondo, mas sem ser demasiado grande...dava-me que pensar. Não sei se ela percebeu o que eu queria fazer, ou se simplesmente estava com vontade de levar com ele por trás mas assumiu logo a posição. Enquanto a fodia na c&lt;a href="http://img458.imageshack.us/img458/3470/5910190157th.jpg" target="_blank"&gt;o&lt;/a&gt;na, não deixava de me perguntar como é que o estúpido do marido dela preferia raparigas a isto...ela era fantástica, acho que era daquelas mulheres capaz de estar nisto a noite toda. Também me podia estar a induzir em erro e estar simplesmente cheia de fome. Mais uma vez, não me fazia diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não gemia nem dizia nada. Provavelmente continuava a pensar no marido, devia estar a imaginar a cara dele quando lhe revelasse o plano todo, que já sabia de tudo há algum tempo e que até tinha aproveitado para gravar para mais tarde recordar. Nessa altura resolvi mudar de táctica, afinal de contas era um desperdício ter ali um rabo daqueles e não fazer nada com ele. A maior parte das mulheres não gosta de anal e não tinha a certeza se a Carolina alguma vez tinha experimentado. No entanto, o grito que ela deu quando eu o enfiei faz-me suspeitar que ali atrás, ela era virgem. Ela tentou desesperadamente agarrar-me e puxar&lt;a href="http://img473.imageshack.us/img473/492/7644523377tr.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;me para fora dela mas a atrapalhação dela só me deu mais vontade. Agarrei-a pelos cabelos e voltei a enfiá-lo novamente. Ela gritou de dor, tão alto que fez o Sr. Martins e a Sara pararem com a actividade deles para tentar saber o que se passava. Quando começaram a bater na porta achei melhor pararmos com tudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não pares!", disse-me ela, quando pressentiu a minha hesitação. Ela repetiu a frase mais duas ou três vezes antes de eu me decidir a continuar a fodê-la daquela maneira. Mas continuei. Da maneira como ela gemia, não conseguia perceber se era dor ou prazer que ela estava a sentir. Não percebi porque é que ela queria continuar mas as lágrimas nos olhos dela enquanto ela me incitava a usar mais força não me deixavam parar. Lá em cima, o marido dela batia furiosamente na porta e eu sabia que estava por uma questão de segundos...afinal a porta não ia durar para sempre. Era altura de eu também ter a minha vingança. Levei a Carolina para a sala e disse-lhe que iamos dar ao marido dela algo que ele nunca esquecesse. Ela concordou e enquanto me masturbava, ia-me lambendo o pau todo, como se &lt;a href="http://img482.imageshack.us/img482/1391/9216344465kq.jpg" target="_blank"&gt;o&lt;/a&gt; quisesse limpar. O facto do pau em questão ter estado onde esteve não a incomodava minimamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se foi o choque de ver o Sr. Martins a entrar pela sala a dentro, se foi a cara da Sara ao deparar-se com aquela cena ou se foi simplesmente a técnica da Carolina que me retirou a capacidade de me conter, criando uma chuva de esporra por cim&lt;a href="http://img482.imageshack.us/img482/6617/4024462506bg.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt; da Carolina. O Sr. Martins ficou estupefacto e preparava-se para me castigar quando eu tive o cuidado de apontar para a televisão. Esta mostrava agora uma arrecadação vazia, mas o Sr. Martins não teve problemas em somar 2+2. Afinal de contas era a profissão dele. A expressão dele alterou-se radicalmente e ele saiu de casa nesse instante. A Sara continuava incrédula e não me parece que a Carolina tenha ajudado com a seguinte frase, que proferiu fazendo um gesto com a cabeça na minha direcção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O dele é maior...".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-112997744259851005?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/112997744259851005/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=112997744259851005' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112997744259851005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112997744259851005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/colega-de-escola-iii.html' title='A colega de escola III'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-112992759992526848</id><published>2005-10-21T21:46:00.000+01:00</published><updated>2005-10-21T21:46:39.933+01:00</updated><title type='text'>A colega de escola II</title><content type='html'>Alguém tinha chegado primeiro que eu. A esposa do Sr. Martins, de nome Carolina já lá estava. Encostada à porta ouvia a maior parte do que se passava. Ela não costumava estar em casa a esta hora, mas algo me diz que a única pessoa chocada com isto tudo era eu. Ela mandou-me não fazer barulho mas eu não me interessava o que ela queria ou deixava de querer. Ia partir aquela merda toda. De repente reparei numa lágrima no rosto dela. Eu não sei o que é que tenho, mas acho que dispara uma espécie de piloto automático em mim, quando vejo uma mulher chorar. Imediamente, sem me aperceber alterei a minha atitude. Conseguia ouvir os outros dois lá dentro...os gemidos da Sara davam a entender que ela não era tão tímida como gostava de mostrar. Mas não me estava a afectar. A única coisa que pensava era por a Carolina em segurança. Disse-lhe que ela não devia estar ali a ouvir aquilo. Ela olhou para mim mas não respondeu. Perguntei o que é que ela ia fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vou vingar-me". A resposta dela assustou-me, a mulher ia-se passar! Enquanto ela mete a mão ao bolso eu penso "tá tudo fodido, a gaja vai matá-los aos dois!!". Ela tira uma chave e tranca a porta da arrecadação e esboça uma espécie de sorriso enquanto limpa as lágrimas. Lá dentro, acho que ninguém se apercebe que a porta acabou de ser trancada. Sigo rapidamente a Carolina pelas escadas abaixo e quando chegamos à sala ela liga a televisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem da televisão mostra a Sara e o Sr. Martins...ela estava a gravar tudo. Enquanto eu me tento recompor ela desaparece novamente, para voltar logo a seguir com uma caixa cheia de cassetes. Do gravador ela tira mais uma cassete e mete-a na caixa, não sem antes escrever a data. Ela olha para mim e pergunta-me:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Então, achas que isto vai dar um bom acordo de divórcio? Ou só uma boa chantagem?". E ri-se. Desalmadamente. Acho que o Sr. Martins subestimou e muito a esposa dele. Ela olha novamente para a televisão e comenta, com ar de desprezo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que paneleiro. Comigo nem consegue pô-lo em pé mas com as miudinhas é sempre uma festa. Isto já dura há anos... tu conheces a rapariga?". Eu respondo que sim, a conheço. "Ela é o quê, tua namorada?". Noto no olhar dela que ficou curiosa. "Não mas...gostavas que fosse...". Envergonhadamente, respondo que sim. Que ela era especial para mim. Ela responde, como que a tentar acalmar-me: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Bem, deixa lá isso. És um rapaz giro, consegues arranjar melhor que uma pita esfomeada". Eu sei que consigo, mas esta era a minha pita esfomeada. Odeio esta sensação. Mas não deixo de reparar que para quem acabou de descobrir que o marido a engana, a Carolina parece muito calma. Exponho-lhe a minha dúvida e ela responde que já sabia e que quando descobriu ficou realmente chocada, mas pensou que seria apenas com uma rapariga. Quando o volume de alunas começou a aumentar ela decidiu não se precipitar e lucrar com a situação. Aguentar este tempo todo foi de uma grande frieza, mas também demonstra alguma inteligência. Não faço ideia do que aconteceria se as cassetes que ela tem viessem a público. Entre mim e ela criou-se uma empatia em poucos minutos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que raio de vida a nossa miúdo...nós aqui e os amores da nossa vida lá em cima naquele espetáculo". Digo em tom de brincadeira que se calhar nós nos deviamos vingar também. Ela ri-se, mas a expressão dela muda rapidamente. Torna-se numa espécie de sorriso maroto...eu conheço esta expressão. Esta expressão e o que vem a seguir é o que me vai fazer esquecer a Sara, pelo menos por hoje. Ela convida-me a entrar no quarto deles...assim sim. Vai ser na cama dele e tudo. Sem palavras, deitamo-nos na cama onde ela me começa a beijar de uma forma muito carinhosa. Sei o porquê disto tudo. Com a fixação em apanhar o marido em situações incorrectas, ela tinha-se descurado, porque obviamente que do marido não levava nada. Mas comigo não ia ser assim. Ia-me vingar a sério e ia usá-la para isso. Tirei-lhe a roupa toda, praticamente sem ela dar por isso e depois tirei a minha. Ela perguntou-me por onde é que iamos começar a vingança. Eu optei por agarrá-la pelos cabelos e por-lhe o meu caralho na boca um bocado &lt;a href="http://img472.imageshack.us/img472/8841/4941611534mm.jpg" target="_blank"&gt;à&lt;/a&gt; força. Mas ela não parecia incomodada, pelo contrário, parecia estar a gostar. Eu estava a gostar de certeza, a boca dela adaptava-se perfeitamente à forma do meu pau e ela chupava com gosto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-112992759992526848?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/112992759992526848/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=112992759992526848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112992759992526848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112992759992526848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/colega-de-escola-ii.html' title='A colega de escola II'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-112991319550596045</id><published>2005-10-21T17:45:00.000+01:00</published><updated>2005-10-21T17:46:35.510+01:00</updated><title type='text'>A colega de escola I</title><content type='html'>Nunca fui muito bom a matemática e por altura do 12º ano estava mesmo à rasca para conseguir acabar o ano por causa da maldita disciplina. Não é que não me esforçasse, mas não parecia ter muito jeito para números. Felizmente, havia um explicador de matemática que era conhecido dos meus pais. O Sr. Martins era o proverbial gajo porreiro, aquele tipo de professor que toda a gente gosta de ter. Era uma espécie de James Bond da matemática e da mesma maneira que os rapazes o achavam um bom professor, as raparigas achavam-no um professor bom. Talvez por isso corriam os boatos que as alunas dele podiam pagar as explicações de outras formas que não a monetária. Uma espécie de "Morangos com Açucar" &lt;i&gt;hardcore&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que se lixe", pensava eu. Se eu tivesse tantas gajas atrás de mim como ele tinha, também me aproveitava. Ainda por cima as raparigas nesta idade pensam todas que são mais velhas que os rapazes de idade equivalente e lá acabavam por ser fodidas por um gajo mais velho que elas, que aproveitava para tirar fotos e mostrar aos amigos. O Sr. Martins não fazia isso, mas sempre que tinha oportunidade não a perdia. Pouco importava a idade da rapariga em questão... desde 15,16 até gajas que já andavam na universidade. Ás vezes acontecia à minha frente, ele dizia qualquer coisa sobre a resposta do exercício estar num livro que ele tinha guardado na arrecadação e lá ia com a rapariga. Voltavam meia hora depois (frouxo!) sempre sorridentes. A mim não me enganavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem a mim, nem à esposa do Sr. Martins. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto era o mais impressionante desta história toda. A mulher dele parecia saida de uma capa de revista, devia ter uns 8 a 10 anos a menos que ele e apesar de não ser nenhuma adolescente estava longe de ser uma &lt;i&gt;cota&lt;/i&gt;. Ela tinha sido modelo há uns anos atrás (eu acho que ainda tinha corpo para ser) portanto a forma física dela estava praticamente perfeita. Intrigava-me imenso como é que o Sr. Martins, tendo isto em casa, tinha à força que ir procurar raparigas mais novas. Até que um dia se fez luz...mais novas...ele gostava de raparigas novas. Pitas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu estava na minha hora de explicação, o Sr. Martins e outra aluna lá foram procurar a resposta ao exercício onde tinham dúvidas. Ás vezes, para me divertir, dizia alto a resposta ao exercício. Nem sempre tinha oportunidade de o fazer, especialmente com as mais velhas pois não sabia a matéria, mas quando eram da minha idade não me conseguia controlar. Havia umas bastante estúpidas (ou talvez não) que mesmo assim continuavam a não acreditar na minha resposta e lá iam à procura da solução no livro perdido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela altura pouco me interessavam as raparigas da minha idade. A maior parte andava sempre de nariz empinado e as que não andavam era comprometidas. Havia uma ou duas que se aproveitavam pela personalidade mas para mais coisas eu era muito esquisito. Havia no entanto uma rapariga que me interessava. A Sara era uma rapariga muito gira, com o cabelo moreno, um pouco acima dos ombros. Era uma querida, não ligava aquelas merdas de popularidade e dava-se bem com todos. Era também muito ingénua. Acho que quase todos os gajos que tinham andado com ela a tinham comido para depois a trocarem por outra, nem sempre avisando que a iam trocar. Ao contrário do que seria habitual em mim, não a queria só para foder. Queria mesmo estar com ela, queria conhecê-la melhor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginam o meu espanto quando, durante uma das minhas explicações a vejo entrar. Tímida mas simpática cumprimentou-me. Nem passavam 10 minutos quando o Sr. Martins resolve dizer a frase do costume:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos que confirmar essa resposta. Acho que o livro está na arrecadação."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora era demais. As outras pitas estúpidas são uma coisa...mas a Sara? A &lt;b&gt;minha&lt;/b&gt; Sara? Acho que nesse dia que me partiram o coração pela 1ª vez. É certo que nunca lhe tinha revelado nada e mesmo que assim fosse, isso não lhe dava obrigações nenhumas para comigo...mas...aqui? Á minha frente? Eu sabia o que ia acontecer e nesse momento algo se apoderou de mim. Resolvi ir também à arrecadação, partir a cara a esse filho da puta. Quase que como a marchar subi as escadas e preparava-me para deitar abaixo a porta ao pontapé quando se deu o impensável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-112991319550596045?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/112991319550596045/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=112991319550596045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112991319550596045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112991319550596045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/colega-de-escola-i.html' title='A colega de escola I'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-112924090847299152</id><published>2005-10-13T22:55:00.000+01:00</published><updated>2005-10-13T23:02:09.683+01:00</updated><title type='text'>A vizinha II</title><content type='html'>A gaguejar fortemente eu respondo que já acabei a televisão. Ela não responde mas olha fixamente para mim. Primeiro para a minha cara, depois leva o olhar mais abaixo e repara naquilo que a maior parte dos homens não consegue esconder. Ri-se e diz-me que me acha giro. Eu reparo no mesmo que ela reparou e começo a ficar vermelho. Olho para a porta na esperança que alguém me puxe lá para fora. Mas estamos sozinhos. A minha cabeça diz-me que eu devia sair dali para fora agora e no entanto não me consigo mexer do sítio onde estou. Toda esta cena não dura mais que 2 minutos, no entanto parece que passaram horas. Olho novamente e reparo que a mão dela ainda não saiu do meio das pernas dela. Ela continua a masturbar-se, mesmo apesar de eu estar a ver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Queres entrar? A banheira é grande.". O convite dela descongela-me logo. Tento não me atrapalhar a tirar a roupa mas é difícil. Sinto-me nervoso. Olho para ela, escolhendo a melhor maneira de entrar na banheira. Ela convida-me a sentar perto do peito dela. O meu pau salta-lhe à vista de uma maneira que impede que ela esconda o seu espanto. Ela deita-lhe &lt;a href="http://img3.imageshack.us/my.php?image=5451351165qf.jpg" target="_blank"&gt;a&lt;/a&gt; mão e começa logo a masturbar-me. Ela pergunta se eu lhe quero tocar. Começo imediatamente a mexer-lhe nas mamas…são enormes e as minhas mãos mal dão para ela&lt;a href="http://img411.imageshack.us/my.php?image=2059413294rq.jpg" target="_blank"&gt;s&lt;/a&gt; mas pouco me importa. Tenho a certeza que estou onde todos os homens da minha rua dariam tudo para estar. Ela facilita tudo e pouca diferença lhe faz que eu esteja nervoso. Como é que vou contar isto a alguém? Ninguém vai acreditar em mim. O riso dela desperta-me:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Não estavas à espera disto pois não? Diz-me…achas-me bonita?". Acho que ela é uma deusa, acho que ela não é deste planeta, deve ter sido construída por uma raça superior que só se dedica a fazer mulheres perfeitas, todas únicas mas cada uma mais espectacular que a outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Yah, és boa". Disse eu estupidamente. Que ela é boa já ela sabe, afinal de contas tem espelhos. Mulheres assim querem (precisam) ouvir as coisas que as separam das mulheres normais. Ela muda de atitude, vira-se na banheira e espeta o rabo para o ar. A seguir diz-me que se eu a acho bonita, vou ter que o mostrar. Fico indeciso sobre que atitude tomar...por mim enfiava-o já, o cu dela é tão grande como convidativo, mas acalmo-me o suficiente para perceber que se quero que esta gaja me recorde, fodê-la no c&lt;a href="http://img368.imageshack.us/my.php?image=1686980768ua.jpg" target="_blank"&gt;u&lt;/a&gt; não vai chegar. Decido penetrá-la com os dedos, afinal de contas ela também estava a usar as mãos em mim. Ela parece gostar, mas não me pareça que isto vá chegar...começo a beijar-lhe as nádegas. Consigo perceber que ela se está a rir, como se me estivesse a gozar, a pensar que eu não tenho picha para ela. Acabo por começar a lamber-lhe o rego... ela assusta-se a princípio mas não parece importar-se. Vista deste ângulo ela é intimidante. Não consigo encontrar falhas no corpo dela e quanto mais olho mais me apetece mexer-lhe. Com a lingua metida no rabo dela, enquanto ela começa a soltar gemidos, consigo perceber que isto vai ser bom. Ela vira-se para mim e diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Já chega de brincadeiras...agora é a sério" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vamos para o quarto dela. Ela parece ter assumido uma postura muito menos brincalhona e não perde tempo, empurrando-me para cima da cama, e abrindo as pernas por cima de mim. Estou com ele tão duro que basta ela sentar-se para o enfiar. Ela aperta-me com as pernas e começa a foder-me. A foder-ME! Agora percebia que aquela cena na banheira tinha sido um teste, para ver se eu tinha capacidades para ela. Acho que passei. Chega a ser violenta a maneira como ela me mo&lt;a href="http://img248.imageshack.us/my.php?image=3668668812mo.jpg" target="_blank"&gt;n&lt;/a&gt;ta. Não consigo deixar de esboçar um sorriso, quando percebo que ela pensava que me fazer correr assustado para o meu quarto e agora é ela que está a perder a compostura. O sorriso desapareceu-lhe da cara, mas não me parece que ela vá abrandar. Resolvo tomar a iniciativa, virando-nos de maneira a deixá-la por baixo. Ela solta um pequeno gemido e tenta fazer força para voltar à posição em que estávamos. Ela é tão alta como eu obrigando-me a segurar-lhe os braços para que ela não tenha onde se apoiar. Apesar destas reviravoltas todas continuo dentro dela e aproveito-me disso. Começo a dar-lhe com toda a força, tentando manter uma cara séria para que ela não perceba que me está a esgotar. O sorriso dela volta...ela aperta as pernas à minha volta e puxa-me para dentro dela. Não percebo se ela me está a tentar ajudar, ou se está só a retirar o prazer que lhe interessa. Não me consigo conter e tiro-me de dentro dela 1 segundo antes de me v&lt;a href="http://img258.imageshack.us/my.php?image=6811945830nk.jpg" target="_blank"&gt;i&lt;/a&gt;r. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Isto não vai chegar" diz ela com um ar de gozo, enquanto brinca com o esperma que eu lhe "ofereci".  Antes que eu possa responder ela deita-se enquanto eu continuo de joelhos. Começa a chupar-me o pau como se estivesse no deserto e aquilo fosse alguma fonte. Mais ?! A mulher é insaciável. Resolvo que isto não é momento para fraquejar, e apoio-lhe a cabe&lt;a href="http://img36.imageshack.us/my.php?image=3943868622ho.jpg" target="_blank"&gt;ç&lt;/a&gt;a, para que ela o consiga meter todo na boca. Não sei se me consigo vir outra vez, mas acho que ela não está preocupada com isso. Ela agarra-me o caralho, apertando com força, quase como se estivesse a tentar espremer mais l&lt;a href="http://img258.imageshack.us/my.php?image=5427661732kh.jpg" target="_blank"&gt;e&lt;/a&gt;ite. Sinto que ela vai realizar o desejo dela mas escolho não a avisar. Em vez disso, solto um jacto quente, tão quente que a deve ter queimado pela maneira como ela saltou. Mas pela cara dela percebo que ela não estava mesmo à espera e engoliu boa parte. No meu melhor estilo de James Bond digo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Não estavas à espera disto pois não?"&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A cara de espanto dá lugar ao sorriso característico dela e não se conseguindo conter, começa a rir. Ela lambe o resto da espor&lt;a href="http://img88.imageshack.us/my.php?image=2516601570nw.jpg" target="_blank"&gt;r&lt;/a&gt;a engolindo sem problemas. Em seguida agarra-me a cara com as duas mãos e dá-me um beijo enorme. Naquele instante percebi que a tinha domado. Tinha-me custado todas as minhas forças, mas o sorriso dela dava-me energia para voltar a fazer tudo novamente. Tinha-a conquistado e duvido seriamente que houvesse muita gente que se pudesse gabar do mesmo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Eventualmente, como fez em tantas outras ocasiões, ela acabou por desaparecer. Nunca cheguei a saber do que é que ela fugia, mas sentia que era grave. E ela acabou por usar-me para esquecer. Nos momentos que passava comigo, não precisava de fugir, nem de se esconder. Não precisava de ser forte. Podia baixar as defesas e deixar que a amassem. No fundo amar uma pessoa é sentirmo-nos tão à vontade que podemos ser nós próprios. Por isso mesmo, algumas vezes por semana, havia qualquer coisa na casa da Mariela que avariava...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-112924090847299152?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/112924090847299152/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=112924090847299152' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112924090847299152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112924090847299152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/vizinha-ii.html' title='A vizinha II'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-112921383803421428</id><published>2005-10-13T15:29:00.000+01:00</published><updated>2005-10-13T21:09:27.333+01:00</updated><title type='text'>A vizinha I</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sempre tive muito jeito para coisas electrónicas, até porque agora é essa a minha profissão (mais ou menos). Mas esse jeito para coisas electrónicas veio-se a revelar mais útil para ganhar mais coisas além de dinheiro…&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;Na minha rua vivia uma rapariga linda, de ar exótico chamada Mariela. Ela não falava muito sobre o passado dela, mantinha-se reservada e ninguém sabia muito sobre ela. Desde que chegou à nossa rua, há coisa de uns meses, estabeleceu desde logo uma relação de cordialidade com a minha família. Era nova, mas não era uma adolescente. Não tinha a certeza, mas acho que não devia ter mais que 25 ou 26 anos de idade. Ela também era o sonho de todos os rapazinhos lá do bairro…eu incluído.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tinha um corpo incrível, era daquelas mulheres que se vê nos filmes. Tinha um peito enorme (falsas, que na altura era uma espécie de novidade, para quem não via porno) e o cabelo comprido. Parecia uma mistura de native-american com modelo da playboy. Por isto tudo, eu achava estranho nunca a ver com homens…ou escondia-se bem, ou simplesmente não tinha nada. Eu achava impossível uma mulher daquelas não foder umas 10 vezes por semana (ou não a foderem), mas também é possível que nem toda a gente tivesse andamento para ela, daí a falta de companhia visível…&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;Deviam ser umas 10 da manhã, acho que estava a ver os transformers (como é que eu via essa merda?), quando tocaram à porta. Era ela, tinha um perfume fantástico, que anunciava a presença dela e fazia toda a gente numa sala virar-se para a ver entrar. Era simpática, cumprimentava a minha mãe como se a conhecesse há anos e tinha sempre um grande sorriso para mim. Eu ficava completamente aparvalhado quando a via, especialmente porque a meio do Verão como estávamos agora, a roupa dela era sempre pouca e justa…A minha mãe tratava-a como uma amiga também, havia muita gente na rua que não lhe ligava muito ou que lhe falava um bocado mal. Afinal de contas não havia marido que não estivesse à janela, quando ela saia à rua. No entanto, não me criava pena nenhuma…ser tão boa como ela era não devia ser permitido por lei.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ela entrou no meu quarto e disse-me que a minha mãe lhe tinha dito que eu percebia de coisas electrónicas. Demasiado aparvalho para responder, acenei timidamente que sim, e ela sorriu para mim e perguntou-me se eu poderia ir a casa dela, tentar acertar os canais na tv que ela tinha comprado. Eu respondi num nervoso “Claro!!” e ela disse que hoje ia estar em casa o dia todo, se eu quisesse aparecer à tarde era capaz de ser uma hora boa. Acho que devo ter desmaiado a seguir. Eu na casa deste monumento? Não podia perder esta oportunidade.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eram umas 15:00 quando toquei à porta dela. Ela atendeu num instante e convidou-me a entrar. Aquele perfume de novo levou-me a fechar os olhos por uns momentos e a imaginar coisas. O meu ar aparvalhado deve-se ter repetido, pois ela pergunta-me com uma cara de riso se eu me estou a sentir bem. Eu digo que sim e dirijo-me para a televisão. A casa dela era pequena e decorada sem imaginação. Parecia-me que cada coisa tinha vindo de seu sítio. Imaginei que a Mariela já tivesse vivido em muitos locais, ou então viajasse muito.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;Começo imediamente a trabalhar, antes que me deixe levar pela visão dela novamente. Nem dou por ela sair. Sintonizar canais não é nada de especial para mim, mesmo assim perco uns minutos a folhear o manual de instruções. Depois de sintonizados os canais procuro a Mariela para lhe dizer que já acabei. Reparo na porta da casa de banho meio aberta. Acho que se ela estivesse lá, não estaria com a porta aberta, portanto aproveito para ir lá fazer um “xixizinho” (também estava na moda na altura). Assim que entro no entanto deparo-me com a Mariela numa banheira cheia de água até acima. Completamente despida. Até esta altura nunca tinha visto uma mulher como ela nesta pose. O corpo dela é perfeito e mesmo naquela altura de choque, aproveito para olhar, na esperança de decorar aquela visão, todos os pormenores do corpo dela, para me lembrar em noites mais solitárias. Chocado como estou, reparo que ela não parece minimamente incomodada, pelo contrário, está como sempre a so&lt;a href="http://img149.imageshack.us/my.php?image=8124438143ep.jpg" target="_blank"&gt;r&lt;/a&gt;rir e serena. Ela pergunta calmamente:&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;“O que foi?” &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-112921383803421428?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/112921383803421428/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=112921383803421428' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112921383803421428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112921383803421428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/vizinha-i.html' title='A vizinha I'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-112912885875515458</id><published>2005-10-12T15:33:00.000+01:00</published><updated>2005-10-13T21:00:32.450+01:00</updated><title type='text'>A prima II</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;A casa onde estávamos era antiga, daquelas com cal por fora. Os quartos eram rústicos com mobília antiga, mas eram agradáveis. Acolhedores por assim dizer. A cama era grande, apesar de antiga. Foi para ai que fomos. Ela sabia o que queria. Não ia haver romantismo, nem preliminares nem beijinhos. Ela começou logo a despir-se e quando estava quase a acabar olhou para mim e perguntou-me se eu não me ia despir. Eu estava tão excitado que devo ter arrancado a roupa toda em 2 segundos. Ela sentou-se na cama e puxou-me para perto dela.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;“És bem grande…aposto que deves foder que nem um campeão” disse ela. Eu fiquei sem saber o que dizer, não queria mostrar que era mais experiente do que ela pensava. Também não foi preciso…ela agarrou-me no caralho e começou a chupar, devagar&lt;a id="especial" href="http://img373.imageshack.us/my.php?image=369525512fv.jpg" target="_blank"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Dava para ver que ela estava a apreciar aquele momento mas eu também estava. Algo naquilo tudo me fazia ficar ainda com mais tesão. Se calhar porque era uma prima (afastada, mas prima na mesma) ou então porque a qualquer altura podiam bater à porta ou entrar em casa. Não…era porque ela era muito mais velha que eu…isso é que me estava a deixar duro que nem uma pedra. Já tinha fodido gajas boas (e menos boas) mas esta tinha classe e categoria. Além disso sabia o que fazia, brincava com a língua e usava os lábios. Percebi neste momento que isto ia ser memorável. Entre lambidelas no meu pau ela pergunta-me se eu também gosto de chupar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu aceito sem hesitar. Ela deita-se na cama abrindo as p&lt;a href="http://img373.imageshack.us/my.php?image=3067773941kz.jpg" target="_blank"&gt;e&lt;/a&gt;rnas e eu não espero que ela se ponha confortável e começo logo a lambê-la. Da maneira como ela reagiu (uma mistura de prazer e desconforto) dava para ver que nunca lhe tinham feito isto. Quando ela começa a ficar molhada, eu começo a perder o controlo. Começo a penetrá-la com a língua e uso também os dedos. Estou a gostar mais disto do que pensava que ia gostar. A cona dela é linda, arranjadinha e mais apertada do que eu pensava. Ela geme furiosamente, mas não preciso de a ouvir para saber que ela está a adorar. Que mulher…como é que o otário do ex-marido dela a deixou? Não devia ter as ferramentas adequadas…&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Tiro a cabeça do meio das pernas dela para me por de joelhos ao pé da rata. Agarro-a nas mamas e mesmo antes dela poder dizer alguma coisa enfio o meu caralho na cona dela. Ela fica com um ar chocado, desconfio que ela pensava que não íamos chegar a este ponto, mas eu não lhe dei hipóteses de escolher. Começo a fodê-la com força, enfiando até ao fundo. Ela revira os olhos e agarra-me nas mãos. Parte dela não quer que o primo dela a esteja a foder como está, mas a outra parte está a adorar e não quer parar. Todo o ar de proibido e errado que esta foda tem só nos está a deixar mais excitados. Sei exactamente o que dizer para que fique tudo “pior”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sempre te quis foder…” digo calmamente. Começo a beijá-la…nos lábios…nas mamas. Ela agarra-me nos ombros e pede que a foda com todas as minhas forças. Não pensava que isto ser tão intenso mas ela é demais! A cona dela sabe tão bem, o toque dela…as mulheres mais velhas não dão hipóteses. Paro de a foder para a apreciar por um minuto. Ela é fantástica e está comovida pelo que está a acontecer. Aproximo os meus lábios dos dela e digo-lhe que ela é linda e que a vou comer como a ra&lt;a href="http://img365.imageshack.us/my.php?image=9149640920rb.jpg" target="_blank"&gt;i&lt;/a&gt;nha que ela é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viro o corpo dela de modo a que ela fique de costas para mim. Agarro-a por trás, mas mamas e começo a beijar-lhe o pescoço…depois as orelhas. Entre gemidos ela diz que “isto não está a acontecer” mas não se nega a nada. Levanto-a um pouco, só o suficiente para o conseguir enfiar e recomeçamos. Pergunto-lhe baixinho se já a tinham fodido assim…entre gemidos ela beija-me e depois põe-se de quatro na cama. Quase que sinto que ela adivinhou a minha posi&lt;a href="http://img433.imageshack.us/my.php?image=6573512504xd.jpg" target="_blank"&gt;ção&lt;/a&gt;favorita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mete-o por favor…agora…eu quero tanto”. Eu acedo sem problemas, mas fodo-a com calma. Quero que ela sinta todos os centímetros a entrarem e a saírem. Quero que ela se lembre deste momento para sempre. Quero que a partir de agora, cada vez que ela olhar para mim, se lembre desta cena toda. Da maneira como eu a fiz vibrar, da maneira como ela me pediu que eu a fodesse. Também quero um momento para lembrar. Tiro-me dela e deito-me na cama. Ela percebe logo o que eu quero e senta-me por cima. Ela guia o meu caralho para a cona dela e quando sente que está no caminho certo começa a contorcer-se em cima de mim. Ela pensa o mesmo…ela também não quer que eu me esqueça. Mas isso era impossível…a visão dela a saltar em cima do meu caralho é inesquecível…as mamas dela a pularem, os nossos corpos a fazerem aquele característico som…isto é inesquecível. Sinto que estou no ponto…saio rapidamente debaixo dela. Ela fica meia confusa, mas percebe logo o que se vai passar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quero por cima de mim…no meu corpo…nas minhas tetas…na minha cara”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podia ser de outra maneira. Assim que ela completa a frase dela, começo a es&lt;a href="http://img432.imageshack.us/my.php?image=3607496367oa.jpg" target="_blank"&gt;p&lt;/a&gt;orrar-me, tal como ela pediu. Noto algum desconforto mas acho que ela lá no fundo gostou. Outra coisa que nunca lhe tinham feito…ela merece. Beijamo-nos e ela pede que eu me deite ao lado dela por uns minutos. Ainda estou duro e ela repara nisso e num gesto de carinho começa a dar-lhe beijos e a lambê&lt;a href="http://img432.imageshack.us/my.php?image=6942120381gx.jpg" target="_blank"&gt;-&lt;/a&gt;lo. Estou siderado. Entre beijos no meu caralho, ela sorri para mim. Foi especial para ela, não porque não o fazia há algum tempo, mas pela maneira como o fez e com quem o fez. E ela sabia que havia de ser o nosso segredo para sempre. Eu faço-lhe uma festinha na cara e pergunto-lhe se ela está satisfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ainda temos a tarde…”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-112912885875515458?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/112912885875515458/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=112912885875515458' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112912885875515458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112912885875515458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/prima-ii.html' title='A prima II'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-112911543562797342</id><published>2005-10-12T11:34:00.000+01:00</published><updated>2005-10-12T16:11:29.543+01:00</updated><title type='text'>A prima</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Quando digo afinidades com as mulheres quero dizer que sei ouvir. Tenho facilidade em compreender as mulheres, em escutá-las e ajudá-las. Sou um autêntico urso de peluche para algumas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Quando tinha os meus 19 anos, tive a sorte de ter que passar uns dias na casa dos meus tios, no Alentejo. Naquela zona em particular, não havia muito que fazer. Certo dia os meus tios tiveram que sair, logo de manhã e só voltariam à noite, depois de jantar. Fiquei sozinho com uma das minhas primas. Esta era especial pois sempre gostei de falar com ela. Fazia-me sentir mais velho e maduro do que a minha idade indicaria. Tratava-me como um adulto e eu gostava disso. Ela estava a passar um tempo mau, tinha acabado de se separar do marido e notava-se que andava triste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Começámos a falar nesse dia, logo de manhã. Pela maneira como ela falava eu reparei logo como ela se devia sentir sozinha. Resolvi tentar uma coisa que via nos filmes...abracei-a e disse "vai correr tudo bem, és uma mulher linda, vais ver que arranjas alguém à altura"...ela estranhou a principio, mas depois notei que me apertou com força. Deu para ver que há muito tempo que ninguém a abraçava. A mim não me custou...ela era uma mulher linda. 34 anos, cu de arrasar, mamas não muito grandes mas não muito pequenas. Não era daquelas capaz de fazer parar o trânsito, era outro género, daquelas mulheres que se vê pelo canto do olho e nos faz pensar "quem era aquela?"...era boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Ficou um silêncio estranho, até ela perguntar se eu namorava agora. Eu disse que não. Ela dispara logo a seguir “Porquê?”. Eu respondo que “não sei, acho que não calhou ainda”. Ela ri-se, calmamente. Depois pergunta:&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;“Mas tu já...?”&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu faço ar de parvo, como se não soubesse o que ela está a perguntar. Ela pergunta novamente:&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;“Já fizeste sexo?”&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Eu digo que sim, algumas vezes (foram mais que algumas mas isso são outras memórias). Ela pergunta-me se eu gostei e eu digo que foi tudo muito apressado. Ela responde que se calhar eu preciso é da parceira certa e eu digo a rir-me se ela conhece alguém. Ela diz que está a pensar em alguém, mete a mão na minha perna e começa a subir, até chegar ao meu pau...que já estava duro há uns segundos.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;“Sabes, já há algum tempo que não tenho nada...” Diz ela. Eu pergunto que se ela quiser fazer comigo eu não conto a ninguém. Ela sorri como se concordasse. Ela pega na minha mão, e leva-me para o quarto...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-112911543562797342?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/112911543562797342/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=112911543562797342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112911543562797342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112911543562797342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/prima.html' title='A prima'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17759080.post-112911246748332595</id><published>2005-10-12T11:17:00.000+01:00</published><updated>2005-10-12T11:21:07.486+01:00</updated><title type='text'>Era uma vez...</title><content type='html'>Não sou um tipo atraente. Nunca fui. No entanto, pode-se dizer que sempre tive uma grande afinidade com as mulheres, talvez porque tenho um lado feminino muito pronunciado. Adoro mulheres, adoro o cheiro, o toque. Sou tarado, admito-o, sem vergonha. Adoro foder, de todas as maneiras e posições...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17759080-112911246748332595?l=memoriasdeumperverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/feeds/112911246748332595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17759080&amp;postID=112911246748332595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112911246748332595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17759080/posts/default/112911246748332595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memoriasdeumperverso.blogspot.com/2005/10/era-uma-vez.html' title='Era uma vez...'/><author><name>mdup</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12497856005707345061</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
